Intenção de compra na Black Friday sobe e varejistas se preparam para suportar alta nas vendas

 Linx na Black Friday Dino

Especialista da Linx dá dicas sobre como o comércio pode se antecipar ao aumento da demanda, incrementar o faturamento e fidelizar clientes

A cada ano, a Black Friday vem ganhando mais força no Brasil e tudo indica que a edição de 2019 será uma das mais significativas para o varejo nacional. Em 2018, o comércio lucrou 2,6 bilhões de reais no período promocional, de acordo com dados da Ebit/Nielsen. Segundo um levantamento da Linx, empresa especialista em tecnologia para o varejo, no ano passado, o valor médio gasto pelos consumidores na última sexta-feira de ofertas foi de R$ 598.

Para este ano, uma pesquisa encomendada pelo Google à Provokers indica que a intenção de compra aumentou 58% no país. Deste total, 69% das pessoas afirmam que já sabem o que querem adquirir na última sexta-feira de novembro. Pensando nisso, o especialista Alessandro Gil, diretor executivo de Omnichannel, E-commerce e Marketplace da Linx, elencou etapas importantes que os varejistas devem seguir para conquistarem ótimos resultados neste período.

“A Black Friday significa uma oportunidade para os varejistas venderem mais, o que também representa uma razão para que o comércio invista na integração de canais, modernização das lojas virtuais e ferramentas que ajudem no pós-venda, fundamentais para fidelizar e reengajar clientes que poderiam apenas estar de passagem devido a uma promoção”, explica Gil.

Segundo o especialista, o primeiro passo é otimizar o e-commerce e checar se o site está preparado para absorver a alta demanda e processar os pedidos. Para ajudar neste processo, o varejista deve investir em uma plataforma robusta e escalável para sustentar a performance do negócio e, como passo seguinte, se aproveitar da onda Omnichannel, conectando as vendas do ambiente online com suas lojas físicas.

O principal benefício do Omnichannel para os lojistas é a possibilidade de eliminar barreiras para que o consumidor tenha uma jornada de compra mais satisfatória, por exemplo, transformando cada loja em um centro de distribuição. Dessa forma, um produto comprado no e-commerce pode ser enviado para loja física ou um item que estava indisponível durante a visita pode ser enviado à casa do consumidor.

O varejista pode permitir ainda que o consumidor reserve um produto pela internet para concluir a compra na loja física, após ter contato com ele e habilitar os estabelecimentos para atuarem como pontos de troca de itens que apresentaram algum defeito ou que não atingiram as expectativas de quem o comprou.

“Compras realizadas por um canal e com a retirada por outro têm se mostrado cada vez mais presentes no dia a dia do varejo brasileiro. Se o lojista conseguir trabalhar com essa integração já na Black Friday deste ano, aumentará as opções para os seus consumidores e, consequentemente, suas chances de vender ainda mais”, adiciona.

Ele também diz que isso faz com que o varejo esteja mais atento a possíveis rupturas de estoque. Para uma data promocional é imprescindível que as lojas estejam prontas para entregar o que estão vendendo e da forma que o consumidor julgar mais confortável para o seu deslocamento, agilidade e bolso. Além disso, devem se preocupar com a preparação da equipe e dos canais de atendimento, visando garantir a melhor experiência para os consumidores.

Para Gil, as semanas que antecedem a Black Friday representam o melhor período para se investir na divulgação das ofertas do dia. “Ferramentas como mídias sociais, e-mail marketing e até uma rede de influenciadores podem ajudar a aumentar o tráfego das lojas virtuais e físicas durante as promoções. Apostar em tecnologias de engajamento – como buscas que se auto completam de acordo com os hábitos e preferências do usuário – podem auxiliar na jornada do consumidor”, complementa.

A hora é agora

Quando chegar o tão esperado dia D, programado para 29 de novembro, é preciso garantir que tudo esteja funcionando para que seja possível garantir estabilidade e, o melhor, a capacidade de suportar uma demanda acima da média. Para Gil, “isso fará diferença na hora de realizar uma venda, causar uma boa impressão nos clientes e atingir bons resultados”.

Vender mais pode até parecer fácil. No entanto, para que esta jornada seja concluída com sucesso, o ideal é que o varejista integre os estoques de suas lojas e franquias, criando uma ‘prateleira infinita’ à disposição dos consumidores. Com este elemento do Omnichannel em prática, ele poderá ter um desempenho acima do esperado na Black Friday e suportar a demanda do ano todo.

De acordo com o executivo, “um varejista de sucesso é aquele que vende bem durante todo o ano e se prepara tanto para períodos promocionais quanto para cenários mais adversos, como economia em recessão, por exemplo”. Ele garante: “Além da Black Friday, o comércio pode se beneficiar de datas como Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças e outras sazonalidades que acontecem todos os anos”.

Ouça o podcast da Linx e anote as dicas dos nossos convidados para ter ainda mais sucesso na data: https://spoti.fi/2JXjvam

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