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Revolução Digital no varejo: como ajudar seus clientes?

Revolução Digital no varejo: como ajudar seus clientes?

A digitalização do varejo, em especial dos meios de pagamentos associados a ele, é uma realidade “sem volta” mesmo antes da atual pandemia que o mundo enfrenta. Expressões como revolução digital, novo normal e transações sem contato estão em pauta e a tendência é que esse processo seja acelerado após a estabilização da atividade econômica pós-Covid19.

No entanto, a resistência que alguns empresários têm em relação as revoluções digitais ainda é algo natural. Deriva, principalmente, da percepção que tal mudança lhe trará um diferencial competitivo imediato, tendo como referência outros participantes no mercado em que essa empresa está inserida. Além disso, poucas companhias aceitam o desafio de implementar uma melhoria tecnológica de forma pioneira. Assumindo não só os riscos inerentes a essa escolha, mas também os benefícios. Caso a escolha se comprove acertada, aí sim, essa inovação se transforma em um diferencial competitivo.

Além disso, a segurança de utilizar apenas soluções e produtos que já foram testados pelos concorrentes é um hábito bastante comum entre os varejistas brasileiros. Devemos lembrar que, nesses casos, o mercado já “saiu na frente” e pode explorar essas ferramentas muito antes. Em alguns casos, quando a solução já está testada, é tarde demais para recuperar os clientes e tirá-los do concorrente.

Independente dessa “barreira” natural, que vem sendo derrubada aos poucos, outro fator que gera dúvidas na implantação de novas ferramentas digitais é sua aceitação e uso. Para exemplificar essa afirmação: o próximo passo na evolução das tecnologias de pagamento é o uso dos QR Code, vinculados a carteiras digitais administradas 100% através de aplicativos no celular. Quando foi iniciada a venda dessa tecnologia, muitos varejistas diziam que tinham dúvidas se seus clientes utilizariam esse tipo de pagamento, seja pelo perfil dos consumidores ou pelo não conhecimento dessa inovação.

Em tese, o público que tem maior dificuldade para se adaptar as novas tendências e tecnologias são as pessoas acima de 60 anos. De acordo com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, esse público cresce de forma acelerada e em 20 anos será 40% da parte economicamente ativa de brasileiros.

No segmento de Farmácias, por exemplo, essa parcela da população é muito importante e norteia praticamente todas as ações de marketing e promoção de vendas. Agora, como implantar novas tecnologias e incluir esse importante público nessas evoluções? Ainda que a “nova terceira idade” seja hoje muito mais influenciada pelas inovações do que era no passado, cabe ao varejo moderno acompanhar e auxiliar seus consumidores na utilização e domínio das ferramentas atuais.

Nós, fornecedores do varejo, podemos ajudar nesse processo através de ações de marketing e ativações nas lojas. Porém, o trabalho diário de informação terá que ser feito por você varejista! Entenda que esse trabalho irá fidelizar seus clientes e ampliar a percepção de que o atendimento do seu estabelecimento é diferenciado. Conte conosco nessa revolução!

 

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