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Retrospectiva: o que aconteceu no ecommerce em 2019

Retrospectiva: o que aconteceu no ecommerce em 2019

Unified Commerce, marketplace e mobile consolidaram-se como realidade no varejo brasileiro

Neste início de ano ficamos com aquela sensação de querer revisitar os sonhos e as conquistas de 2019. Assim, relembramos os pontos altos deste período como curiosidade, e também como forma de avaliarmos que novidades 2020 vai trazer para o ecommerce.

Vamos juntos?

 

Marketplace

Pesquisa divulgada pela UPS em 2019 mostrou que 95% dos brasileiros compram em marketplace, e que 44,1% dos entrevistados pretendem aumentar as compras por meio destes serviços nos próximos 12 meses. Isso mostra a força que esse modelo de negócio vem ganhando nos últimos anos e destaca a importância de o varejo investir, também, na experiência do cliente durante a jornada de compra nos shoppings virtuais.

O BTG já declarou que até 2025 o marketplace será a principal forma de ecommerce.

E, quando se fala em experiência de compra no varejo online, o frete é um dos principais temas a serem tratados. A mesma pesquisa da UPS, por exemplo, identificou que 94,7% dos brasileiros pesquisam o preço total da compra antes de completar a jornada. Ou seja, levam em conta preço do produto, taxa de entrega e, em casos específicos, taxa de importação e câmbio.

Além de ações para otimização logística (como múltiplos centros de distribuição e negociação com fornecedores), estratégias omnichannel também ajudam a melhorar a percepção do cliente sobre o preço do frete. Com o produto saindo de lojas mais próximas, o custo do transporte obviamente será menor.

“Em 2019, na Linx Digital, investimos pesado em soluções omnichannel para marketplace”, aponta Marcus Lopes, do Marketing de Produto da Linx. “Com nossa plataforma, é possível o cliente comprar online e retirar na loja física, o PickUp in Store. Essa movimentação tem suporte financeiro e contábil que permite diversas modalidades de integração entre os canais, como gerar um voucher da diferença, se o consumidor verificar que o preço na loja é inferior ao pago no ecommerce”, explica.

Na Black Friday 2019, 15% das compras online foram realizadas na modalidade PickUp in Store.

Outro lançamento deste ano foi o Linx Catalog, que permite aos marketplaces  agilizarem a inclusão de produtos de diferentes sellers em seus catálogo. Com a solução, é possível subir até cinco vezes mais itens do que com sistemas comuns.

 

Mídia nativa

O crescimento de marketplaces tem outro impacto importante: a mudança de cenário no mercado de mídia. Grandes canais de vendas, como a B2W, Magazine Luiza e Mercado Livre, transformam-se, também, em canais de publicidade diante da necessidade dos sellers de se diferenciarem da concorrência dentro da plataforma.

A Amazon, por exemplo, faturou US$ 10 bilhões com anúncios online em 2018. Já o Alibaba, um dos maiores ecommerces do mundo, tem 60% da receita total da marca vinda de publicidade do seu marketplace.

No Brasil, a Linx Impulse lançou, em 2019, o Linx Ads, uma plataforma que permite a marketplaces de todos os portes e segmentos gerenciarem seus espaços publicitários de forma prática e transparente, gerando valor para seus sellers, melhorando a experiência do consumidor e criando receita extra para o shopping digital. Na Black Friday 2019, o investimento em mídia por sellers cresceu 183%, sendo sete vezes maior do que nos meses anteriores (terceiro trimestre).

 

Comércio unificado

Um termo que surgiu com força em 2019 foi o Unified Commerce, ou comércio unificado. O conceito se baseia no princípio de que o cliente precisa transitar entre os diferentes canais do varejo sem atritos, ou seja, sem perceber a diferença entre online e offline, mídias sociais ou publicidade tradicional e por aí afora.

“Unified Commerce é muito mais do que um termo da moda. É uma nova maneira de enxergar o varejo, que deve mudar a forma como a sua marca atua no mercado nos próximos anos.”

Alessandro Gil, diretor de omnichannel, ecommerce e marketplace da Linx

Para chegar ao comércio unificado, é preciso colocar a experiência do cliente no centro de todas as estratégias. É preciso entender todas as jornadas possíveis e possibilitar que o consumidor escolha a melhor forma de se relacionar com sua marca.

Este é um caminho longo, mas algumas marcas brasileiras já o estão trilhando. A Restoque SA, por exemplo, consolidou estratégias omnichannel ao longo dos dois últimos anos com apoio da Linx Digital. Devido a isso, em 2019, registrou aumento de 130% nas vendas via canais digitais (julho de 2019 em comparação com julho de 2018).

Marisa e Centauro, outros dois clientes Linx Digital com informações divulgadas no mercado, também estão colhendo os frutos da implementação de soluções OMS. Enquanto a loja de moda feminina teve um aumento de 62% nas vendas online neste ano, a varejista esportiva já contabiliza 55% das suas vendas no modelo omnichannel.

 

Mobile

Um levantamento feito pela FGV-SP, divulgado em abril de 2019, mostra que o Brasil tem, hoje, aproximadamente 230 milhões de smartphones ativos. Essa informação, por si só, já colocaria o mobile como uma das maiores forças dos últimos anos.

A Black Friday 2019 mostrou que o consumidor perdeu o medo de comprar pelo celular ou tablet. Os acessos cresceram 21%, e as vendas subiram 38% em relação ao ano passado.

Precisamos levar em conta, ainda, os investimentos em conectividade e a digitalização das novas gerações. Por tudo isso, é impossível pensar em criar experiências valiosas para o cliente sem um plano mobile first ou, no mínimo, responsivo.

Uma pesquisa encomendada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) em conjunto com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 86% dos consumidores realizaram alguma compra em lojas online utilizando um celular. A amostra foi coletada entre junho de 2018 e junho de 2019.

 

Experiência do cliente

Para você que chegou até aqui, vamos facilitar e resumir todas as tendências de 2019 em foco total na experiência do consumidor. E mais um dado importante para ser analisado é que, diferentemente da média global (20%), apenas 9,1% dos brasileiros participam de mais de cinco programas de fidelidade. É algo a ser estudado, uma oportunidade para encontrar formas de criar um serviço atrativo ao público brasileiro.

O que vimos em 2019 foi que nossos clientes que tiveram isso em mente alcançaram os melhores resultados. De nossa parte, trabalhamos incansavelmente para ajudá-los a construir pontos de contato consistentes e relevantes, que valorizaram suas marcas e potencializaram seus resultados de negócio.

 

E seguiremos assim em 2020.

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