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O varejo farmacêutico nunca mais será o mesmo

O varejo farmacêutico nunca mais será o mesmo

Por Leandro Ruggero, gerente de ofertas do segmento farmacêutico na Linx

Recentemente o Google realizou um estudo intitulado “O mundo nunca será o mesmo”, no qual projetou os impactos da pandemia: comportamento, consumo, trabalho, finanças, economia, marcas estão entre os itens analisados. Esse estudo aparentemente foi realizado para consumo interno, mas acabou compartilhado nas redes sociais e na imprensa.

Depois da leitura desse estudo, de diversas análises e algumas lives que assisti, preparei uma lista sobre os pontos desse “novo normal”, para “provocar” a reflexão de todos!

1. A experiência e experimentação no on-line

A experimentação e experiências no ponto de venda físico são uma das principais formas de engajamento do consumidor. Antes da pandemia, o cliente explorava muito essas formas de engajamento. No segmento de farmácias, em particular, grande parte da compra de produtos para pele, batom, perfumes, era feita na drogaria, que, dependendo do local como shopping centers, contavam com consultores.

No pós-pandemia, a experimentação e experiências no ponto de venda serão dificultadas, tornando a farmácia um lugar inóspito, e a primeira compra passa a ser realizada na internet. Aqueles clientes que antes tinham medo, já começaram a comprar on-line, direto no canal digital do varejista ou via marketplaces.

2. Repetição da compra online, a desejada fidelização

Com o avanço da venda online, o consumidor, em sua grande maioria, passou a gostar e aprovar essa jornada de compra à distância, e esse comportamento tende a se tornar um hábito que provavelmente será incorporado à cultura do consumo pós-pandemia, mesmo quando as pessoas deixarem de ser forçadas a consumir dessa forma devido às circunstâncias. Nesse cenário, o varejista farmacêutico tem um enorme potencial de fidelização dos clientes nos canais digitais.

3. Aumento do trabalho remoto

O home-office cresceu e foi incorporado na rotina de negócios de todos os tamanhos. Nele, as empresas viram a oportunidade de manter a produtividade e reduzir os custos com infraestrutura e transporte. Não à toa, muitas já anunciaram que esse modelo se manterá pós Covid-19 e, provavelmente, viveremos um novo mundo de trabalho à distância, onde as pessoas e as ferramentas deverão estar aptas para esta nova realidade.

Nesse contexto, a quantidade de pessoas circulando nas ruas e shoppings deverá ser menor, o que pode impactar no fluxo de pessoas nas lojas físicas. Com a possível redução do tamanho dos estabelecimentos, as farmácias de bairro, por exemplo, devem ganhar destaque, desde que atendam esse cliente com a rapidez e a eficiência esperada.

4. Varejo digitalizado e a redução das interações nas lojas físicas

Nesse momento, estamos vivendo uma digitalização acelerada do varejo em geral, pois o contexto atual está tracionando fortemente a evolução digital das empresas. Cada vez mais o varejista utiliza e-commerce, WhatsApp, soluções mobile para venda e isso cria uma “cultura sem o contato pessoal”.

Nas lojas físicas, a experiência do consumidor deve evoluir e algumas tendências estão chegando para ficar como os totens de autoatendimento para os medicamentos isentos de prescrição médica (MIP’s) e higiene, perfumaria e cosméticos (HPC), além do pagamento por aproximação e via QR Code.

5. Indústria de olho na transformação digital

A indústria está se posicionando totalmente a favor da digitalização do varejo, porque está enxergando um canal que será muito mais forte, eficaz e barato para chegar até seu consumidor. Grandes companhias já estão, inclusive, praticando condições comerciais diferenciadas para os varejistas que possuem canais de venda online.

Com todos os olhos direcionados para o seu mercado, o varejista farmacêutico precisará ter um ERP (sistema de gestão) robusto e escalável que suporte sua venda física e on-line simultaneamente.

6. Cadeia logística em foco

A maioria dos varejistas e seus parceiros nem sempre tomam cuidados na gestão logística e de entregas. Com a complexidade do multicanal, as empresas de tecnologia podem ser um grande aliado, criando estratégias e modais eficazes, com custo baixo e escalável.

 

Por fim, o varejo farmacêutico não será mais o mesmo. Muitas mudanças terão um impacto transformador no negócio, portanto é de extrema importância que varejistas, distribuidores e indústria busquem parceiros que consigam suportar toda a mudança que está acontecendo e ainda está por vir, e a tecnologia é grande aliada.  O momento não é mais para “apostas”.

 

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