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O que o varejo aprendeu com a Black Friday deste ano?

O que o varejo aprendeu com a Black Friday deste ano?

Em ano de crescimento de 70% nas vendas em novembro, o ship from store passa a ser essencial e só quem é mobile first sai vencedor

 

A Black Friday deste ano mais uma vez bateu recordes. As vendas tiveram um forte crescimento ao longo de todo o mês e mostraram que, em um ano de pandemia, o ecommerce deu saltos e se tornou muito relevante para varejistas e consumidores.

Números divulgados por empresas como Magazine Luiza e Via Varejo apontam para crescimentos muito expressivos nas vendas e mostram o acerto de investir forte em uma estratégia digital, mesmo muito antes da Covid-19 acelerar as transformações no comportamento dos consumidores.

O desempenho dos clientes Linx Digital nesta Black Friday mostra que vendas em forte alta não são privilégio de gigantes do ecommerce. Com presença marcante em todos os setores do varejo, a Linx percebeu um aumento de 32% no faturamento (GMV) de seus clientes na sexta-feira da Black Friday, sem nenhum problema de instabilidade na plataforma.

 

Confira o mini e-book Black Friday 2020, com os principais destaques do maior evento online do varejo brasileiro

 

Esta edição da Black Friday confirmou algumas certezas e trouxe insights importantes sobre o comportamento de compra dos clientes neste 2020 que desafia a capacidade criativa e de execução do varejo. As principais lições que o varejo leva desta Black Friday são as seguintes:

 

1) Um dia que dura um mês todo

Foi-se o tempo em que a Black Friday era um evento de um único dia. Esse foi o modelo inicial, importado de sua inspiração americana do varejo físico. No Brasil, o evento foi, ano após ano, se espalhando pelos dias e semanas anteriores à última sexta-feira de novembro. Hoje, todo o mês de novembro é um intenso período promocional.

De acordo com os números coletados na plataforma Linx Digital, as vendas na sexta-feira da Black Friday subiram 32% em relação ao ano passado. Considerando toda a semana (22 a 28 de novembro), a alta foi ainda maior: 60%. E desde o dia 01/11, o crescimento das vendas chegou a 70%.

O varejo antecipou promoções tanto no ecommerce quanto nas lojas físicas, procurando atrair os clientes, evitar aglomerações (ou excesso de tráfego nos sites) e oferecer experiências de compra mais prazerosas. A receita foi perfeita para estimular os clientes a comprar do conforto de suas casas.

Para gerar ainda mais vendas, o varejo pode desenvolver uma série de ações ao longo da temporada de Black Friday, entregando benefícios diferentes para clientes diferentes, estimulando a recompra e evitando gargalos operacionais que prejudicam a experiência.

 

2) A festa dos eletrônicos

As vendas de Black Friday se concentraram em quatro categorias. Juntos, celulares, eletrodomésticos, TVs e informática responderam por 70% das vendas dos clientes Linx Digital. Isso mostra que a data já está consolidada como o grande momento promocional desses setores, mais até que o Natal, e que os consumidores utilizam a Black Friday como uma ocasião para comprar produtos para si mesmos e para a casa.

Com isso, o tíquete médio também é mais elevado. Neste ano, chegou a R$ 673, um aumento de 3,5% sobre 2019. A Black Friday é vista como uma data importante para compras planejadas e para a substituição de equipamentos.

 

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3) O ship from store ganha espaço

A loja física que tem espaço no varejo moderno é uma loja multifunção. Ela vai atrás dos clientes, oferece novas experiências de consumo, funciona como um hub logístico e coleta dados dos consumidores para gerar cada vez mais personalização. Esta loja não é mais o ponto final da jornada de compras: ela se faz presente em vários momentos do ciclo de consumo.

Isso fica muito claro quando se observa o papel que as lojas físicas tiveram nesta Black Friday como mini centros de distribuição do varejo. O número de pedidos online atendidos a partir de lojas saltou 142% em relação ao mesmo período de 2019 e representou 63% de todos os pedidos omnichannel realizados durante a data promocional.

Além disso, a modalidade de “clique e retire” continuou tendo espaço, representando 5% das transações omnichannel. Era esperado que, em um ano de fortes restrições à circulação de pessoas, esse recurso fosse menos utilizado, mas, mesmo assim, ele encontrou espaço na jornada de compras dos consumidores.

A consolidação do ship from store no ecommerce brasileiro é uma realidade. Varejistas que não utilizarem suas lojas físicas como parte de sua malha logística estarão em desvantagem, pois terão menos agilidade na entrega e custos mais elevados, especialmente na última milha.

 

4) Vence quem é mobile first

Os dados coletados pela Linx mostram que 40% das vendas na Black Friday aconteceram a partir de smartphones, contra 29% em 2019. Mesmo com grande parte dos consumidores em casa, o celular é a plataforma preferida para a interação com as marcas. Quase metade das vendas online (19% do total) aconteceram nos aplicativos dos varejistas, uma vez que condições promocionais interessantes levaram os clientes a baixar os apps e comprar.

Para o varejo, essas são boas notícias. Em primeiro lugar, ser mobile first é questão de necessidade, já que essa é a plataforma pela qual o cliente quer se relacionar. Além disso, a possibilidade de levar o consumidor para o aplicativo aumenta a interação, gera mais dados para serem usados pelo varejo e permite que as marcas tenham uma comunicação mais eficiente e assertiva. Promoções relevantes, entregues no momento correto, impulsionam as decisões de consumo e geram mais vendas, em um ciclo virtuoso.

 

Em um ano de forte digitalização do varejo, a Black Friday comprovou a força do omnichannel e a liderança dos smartphones como canal de interação e vendas. Ao mesmo tempo, mostrou um padrão diferente de promoções, mais espalhadas ao longo de todo o mês, que diminuem o stress sobre os sistemas e geram melhores experiências para os clientes.

Com o aumento da coleta e uso de dados, o varejo ganha a possibilidade de desenvolver Black Fridays diferentes para cada cliente, seguindo o timing de cada consumidor. Sob o guarda-chuva de uma grande data promocional, é possível realizar, a partir de agora, inúmeras mini-Black Fridays: eventos promocionais para grupos específicos, com benefícios exclusivos, nos momentos mais relevantes para os clientes.

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