Novos meios de pagamento: como o consumidor mudou com a pandemia
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Novos meios de pagamento: como o consumidor mudou com a pandemia

Os novos meios de pagamento sempre foram uma fonte importante de aumento das vendas. Afinal, eles facilitam o processo e geram diferencial, enquanto o resto do mercado não adere à novidade.

Portanto, as empresas que saem na frente conseguem atrair os primeiros consumidores que abraçam cada nova facilidade. Eles querem usar os novos serviços oferecidos, mas não podem contar com muitas lojas preparadas para atendê-los.

Devido à pandemia, o processo de digitalização das empresas acelerou, fazendo com que um número maior de consumidores buscasse novas funcionalidades de pagamento. De uma hora para a outra, as necessidades dos clientes mudaram e as empresas ágeis em se adaptar conquistam e fidelizam mais compradores.

Entender essa tendência é importante no momento atual. Por isso, reunimos as informações-chave desse processo para você, começando por uma pesquisa sobre o tema. Confira!

Pandemia e os novos meios de pagamento

O estudo Mastercard New Payments Index, realizado entre fevereiro e março de 2021 em 18 mercados no mundo, mostrou mudanças importantes nos hábitos dos consumidores.

O comportamento mundial também teve reflexos aqui no Brasil, onde 77% dos entrevistados informou que testou um novo meio de pagamento durante o ano anterior. A pesquisa evidencia que os consumidores tiveram essa atitude devido à pandemia, pois eles afirmaram que não teriam feito o teste dessas formas de pagamento se não fosse a Covid-19.

Logo no início da pandemia, observamos um movimento de reação imediata ao problema. Conforme os decretos e o contágio estabeleciam limitações, as empresas buscavam migrar para o ambiente digital, adotando a venda online, a operação em trabalho remoto e com entregas, tanto quanto foi possível para cada uma, conforme a atividade e estrutura.

Adesão à compra online e novos hábitos de consumo

O processo de aceleração da digitalização das empresas só ocorreu porque havia consumidores dispostos a dar preferência a eles. Qualquer resistência anterior foi deixada de lado e, após experimentar o serviço a distância, muitos aprovaram e se acostumaram com ele.

Como resultado, observamos na pesquisa mencionada que a tendência de adesão aos novos meios de pagamento digitais permanece. A disseminação dos cartões de pagamento por aproximação é um claro exemplo disso — 60% dos entrevistados aumentou a frequência de uso deles. Essa foi a preferência dos clientes que não desejam tocar em superfícies sujeitas ao contágio. Outros resultados interessantes do estudo são:

  • 30% dos consumidores realizou pela primeira vez compras online para retirá-las pessoalmente;
  • 29% testou comprar pelas redes sociais;
  • 60% atestou que aumentou a frequência de pedidos de entregas para comida;
  • 59% passou a comprar em marketplaces;
  • 57% comprou online mais vezes em relação ao ano anterior;
  • 66% diminuiu as compras presenciais em alguma medida;
  • 51% reduziu o uso do dinheiro em espécie.

Os dados são reveladores, mas ainda falta falar de um dos mais importantes, que é a opção dos clientes por lojas que oferecem diferentes formas de pagamento. Os brasileiros apontam dois motivos principais para testar essas possibilidades: a otimização de tempo (58%) e a preferência por não usar dinheiro em espécie (55%).

mercado de meios de pagamento

Novos meios de pagamento e o aumento das vendas

Logo na introdução já mencionamos o papel das novas formas de pagamento e o aumento das vendas. É fundamental observarmos esse fenômeno com toda a atenção, pois esse resultado é mais intenso durante um certo período, enquanto as inovações de pagamento não se tornam comuns.

Dessa forma, enquanto poucos lojistas oferecem as novas funcionalidades, quem quer utilizá-las dá preferências para as marcas pioneiras na oferta da novidade. Conforme o mercado incorpora essas inovações, as empresas retardatárias são deixadas de lado pelo consumidor.

Melhoria da produtividade

Os novos meios de pagamento têm uma diferença importante em relação às inovações anteriores, que sempre fizeram parte da jornada de compra. Atualmente, incorporamos novas tecnologias que interferem na produtividade, pois oferecem recursos adicionais de automação, maior integração e agilidade.

Por isso, apesar de abordamos o comportamento do consumidor, não poderíamos deixar de mencionar esse efeito operacional no novo varejo que, aliás, também influencia a experiência do cliente.

A produtividade gerada pela automação e integração torna tudo mais simples, rápido e seguro, o que facilita a compra e estimula novos negócios, proporcionando melhores condições para fidelizar e engajar os compradores.

Aumento das possibilidades para o cliente

Boa parte dessa melhora operacional, que reflete na produtividade, na automação e na integração, permite a entrega de serviços de autoatendimento e geram variedade de opções.

No lugar de escolher entre um ou dois meios de pagamento, agora é possível usar Pix, boleto, cartão, link de pagamento, redes sociais e vários outros. Oferecer um portfólio de inovações, considerando as que o cliente decidiu utilizar, faz com que as chances de fechar negócio aumentem, além de transmitir uma imagem de empresa moderna, tecnológica e atenta às necessidades do cliente.

Pagamento por aproximação

O estudo que apresentamos anteriormente é claro ao destacar a preferência pelo pagamento por aproximação, evitando o contato com superfícies que possam estar contaminadas.

Além disso, é muito mais fácil efetuar o pagamento que, muitas vezes, pode ser processado com segurança sem a necessidade de uma senha. Outro detalhe fundamental de perceber é que estamos falando de uma tendência. Afinal, já dispomos de tecnologia para agregar novos recursos para cumprir com a mesma função, como reconhecimento facial e outros sistemas de biometria.

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O protagonismo do Pix

Nesse contexto, temos uma inovação que se destaca: o Pix. Ele sempre foi uma boa promessa, mas foi lançado em meio à pandemia, o que ampliou o nível de aceitação e os resultados positivos. Alguns dos motivos são:

  • praticidade: é muito mais fácil fazer uma transferência usando o Pix, que só precisa de uma chave para identificar o recebedor;
  • rapidez: a transferência é quase instantânea, ocorre 24 horas por dia e em todos os dias da semana;
  • segurança: a criptografia utilizada garante alto nível de segurança ao sistema;
  • custo baixo: o Pix é gratuito para as pessoas físicas e barato para as jurídicas;
  • aumento das vendas: como o sistema segue um padrão definido pelo Banco Central, é possível receber de todas as instituições pelo Pix, atingindo um público maior.

Neste artigo, vimos o potencial dos novos meios de pagamento e como a pandemia mudou a relação dos consumidores. É importante registrar que, entre as funcionalidades apresentadas, o Pix tem um papel especial.

Pensando nisso, confira o conteúdo complementar que separamos para você: chegou a hora do Pix no varejo.

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