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Micropagamento: entenda esse conceito e suas diferenças com o Pix

Micropagamento: entenda esse conceito e suas diferenças com o Pix

Para seguir aprimorando o seu negócio e entregar experiências positivas aos seus clientes, é fundamental acompanhar as tendências e possibilidades para pagamento. Afinal, a jornada de compra passa diretamente pela forma como se pode finalizá-la. Com tantos avanços na tecnologia, os micropagamentos têm ganhado cada vez mais relevância no varejo.

Mas, na prática, o que é esse tipo de transação financeira? O que é preciso ter em mãos para realizá-la e quais são as diferenças em relação ao Pix, o novo método de pagamento do Banco Central? Continue a leitura deste artigo para esclarecer todas as suas dúvidas!

O que são micropagamentos?

Em resumo, um micropagamento representa uma transação financeira de uma quantia não tão elevada e que, geralmente, acontece em ambiente completamente virtual. Esses sistemas surgiram no final da década de 1990 e evoluem até hoje, especialmente com a transformação digital. A ideia é criar um sistema prático e simples que permita transferências de valores baixos entre contas.

Como eles podem gerar engajamento digital e renda?

O primeiro benefício dos micropagamentos é a praticidade, criando mais uma alternativa para receber e, assim, abrindo as portas para mais clientes. O consumidor saiu de casa e esqueceu o cartão de crédito? Sem problemas: um link de pagamento pode ser utilizado para fechar a venda.

Além disso, investir em micropagamentos significa colocar o seu negócio na vanguarda do seu setor, posicionando a marca como referência. Tudo isso cria uma dinâmica simples e eficiente, que agiliza procedimentos e aumenta a produtividade da sua equipe. Outras vantagens são a taxa mais baixa que costuma ser aplicada e, é claro, uma jornada de compra mais satisfatória.

Com o uso cada vez mais comum de smartphones, tablets e outros dispositivos, se torna muito mais simples realizar esse tipo de transação. A partir da digitalização desses processos, novas oportunidades podem surgir para o seu negócio. Em um período de busca por métodos mais seguros, os micropagamentos também são um grande aliado.

Quais são as diferenças em relação ao Pix?

Por mais que o Pix tenha como objetivo principal otimizar e facilitar as transações entre pessoas físicas e jurídicas, ele não pode ser considerado um micropagamento. Em primeiro lugar, a sua proposta inicial não é realizar somente valores pequenos; além disso, é preciso ter uma conta veiculada a uma instituição financeira para conseguir fazer as transações.

Na prática, o Pix é um novo método de pagamento parecido com os já tradicionais TED e DOC. Surge, portanto, como uma alternativa simples e eficiente para realizar transferências entre contas bancárias.

Imagine realizar pagamentos via QR Code ou utilizando um aplicativo para receber uma quantia do cliente por meio da internet? Serviços como esses se encaixam no conceito de micropagamentos, sempre com a ideia de otimizar a experiência de compra do cliente final.

Os micropagamentos são, portanto, cada vez mais populares no mercado. Sendo assim, de acordo com o seu público, objetivos e desafios, pode ser interessante investir nessa modalidade.

Agora que você já sabe tudo sobre micropagamentos, que tal seguir bem informado sobre tópicos relevantes para o seu negócio? Assine a nossa newsletter e receba mais conteúdos como este!

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