Lojas em condomínios: você está pronto para essa tendência?
Mercado de proximidade

Lojas em condomínios: você está pronto para essa tendência?

A expansão das lojas de proximidade para condomínios residenciais é um passo importante para fidelizar mais clientes – mas exige cuidados. Saiba como vencer com essa estratégia
Uma combinação de fatores, como o trabalho em home office, a busca por conveniência nas compras e a insegurança nas grandes cidades, tem aberto grandes oportunidades para o varejo de proximidade. Pequenos negócios ou pontos de venda de grandes redes se beneficiam dessa tendência, pois os consumidores passaram a buscar, mesmo antes da pandemia, por opções rápidas e práticas para resolver suas necessidades cotidianas.
As lojas de proximidade (ou de vizinhança) são uma das grandes tendências globais de varejo do pós-pandemia. Aquele modelo tradicional de compra em grandes hipermercados deixou de fazer sentido para uma parcela considerável da população, que não tem espaço no apartamento para estocar muitos produtos e não está disposta a passar muito tempo no supermercado.
Com a evolução tecnológica, as lojas autônomas se tornaram um impulsionador extra dessa tendência de lojas de pequeno formato. Foram esses pequenos pontos de venda, que operam sem a presença de funcionários, que aceleraram a entrada do varejo em condomínios residenciais. Era um passo que se desenhava há um bom tempo: em muitas cidades do Brasil, existem condomínios que funcionam como verdadeiros bairros (e uma população bastante significativa).
Lojas em condomínios
Não à toa, projetos residenciais em todo o país têm procurado colocar marcas conhecidas dentro dos condomínios, como forma de reforçar seu posicionamento de marca e entregar ainda mais serviços para os moradores. Mas seja de uma forma tão planejada, ou a partir de negociações com os condôminos, o fato é que a presença de marcas de varejo de proximidade dentro dos empreendimentos traz uma série de vantagens:
● Para os moradores, é uma praticidade insuperável, pois a marca está a poucos passos de distância;
● A loja de vizinhança se transforma em uma loja de conveniência para centenas ou milhares de moradores;
● O ponto de venda passa a ter um público fiel, que estará disposto a comprar se o mix de produtos atender às suas necessidades;
● O uso de dados permite identificar padrões de consumo e tendências, melhorando o mix;
● Passa a ser possível ampliar o leque de serviços para, entre outras coisas, oferecer serviços de delivery e usar a loja como hub de distribuição dentro do condomínio;
● A loja pode fechar parcerias com terceiros para se tornar um ponto de retirada de pedidos de terceiros.
Essas vantagens fazem da loja de proximidade um item cada vez mais importante nos condomínios – e faz dos condomínios um espaço desejado na estratégia de expansão das marcas.

Como crescer com lojas em condomínios

Para ter sucesso na estratégia de lojas de proximidade em condomínios, não basta abrir a loja e esperar os clientes aparecerem. Uma série de pontos precisam ser avaliados na hora de identificar como crescer:

Qual será o modelo de negócio?

Lojas de proximidade em condomínios podem adotar uma série de modelos de negócio. Em primeiro lugar: trata-se de uma loja própria ou de uma franquia? Além disso, qual será o formato do PDV: loja convencional, loja autônoma, loja container, quiosque, vending machine? Cada resposta traz desafios diferentes: uma loja convencional tem custos operacionais mais elevados, pois terá funcionários o tempo todo. Já uma loja autônoma necessitará de investimento em tecnologia para operar sem falhas, e tanto ela quanto uma vending machine precisam ser reabastecidas com frequência para que tenham os produtos que os clientes desejam.

Qual será o mix de produtos?

A loja é muito mais que o espaço físico: sem produtos, é apenas um conjunto de paredes. Normalmente, os espaços disponíveis para lojas em condomínios são muito pequenos – então cada centímetro conta muito. A decisão sobre o mix de produtos precisará ser baseada em dados reais de consumo. Mesmo que a loja comece com um sortimento padrão, rapidamente será preciso ajustar para a demanda real – e é aqui que o uso de dados e a velocidade na análise e tomada de decisão faz toda a diferença. Com o tempo, bons varejistas conseguem, com o uso de sistemas de inteligência de dados, até mesmo prever o comportamento dos clientes para ajustar o mix da loja de acordo. Dessa forma, antecipam tendências de consumo e mostram que estão atentas ao que os consumidores desejam.

Cuide da logística do negócio

Negócios de proximidade, como é o caso de lojas dentro de condomínios, não têm muito espaço para armazenamento. Isso faz, necessariamente, com que a logística seja de vital importância. Se um supermercado consegue lidar por algumas horas com a ausência de um item (pois existem alternativas), em uma loja dentro de um condomínio a possibilidade de gerar uma experiência de compra frustrante é bem maior.
Um modelo comum é usar uma loja maior na região como um hub de distribuição para essa loja. Isso permite abastecer o PDV com mais frequência e atuar no caso de variações inesperadas de demanda. Deve-se estar atento, também, para lidar com a granularidade: o mix de produtos deverá ser personalizado para o que aquele condomínio precisa – ter um olhar para todo o bairro ou a região não adianta muito.

Omnichannel é essencial

Por mais que a loja de proximidade esteja dentro do condomínio, às vezes isso não é suficiente para oferecer toda a conveniência que o cliente deseja. Dependendo do modelo de loja e da capacidade de atendimento, oferecer um serviço de delivery gera vendas adicionais. No mínimo, a loja pode funcionar como um ponto de retirada de pedidos online, principalmente por meio de lockers – uma solução prática que ocupa pouco espaço no condomínio.
A estratégia omnichannel também pode ser usada para entender melhor a demanda na loja do condomínio e ajustar o mix. Se existe um volume grande de pedidos online de um determinado produto, será que não é melhor já colocar esse item no sortimento fixo da loja? O estudo dos dados de venda de uma forma integrada, com o olhar do cliente, faz uma diferença enorme.

O segmento de lojas em condomínios é uma grande tendência do varejo brasileiro, uma vez que a busca por praticidade continua sendo um dos grandes direcionadores do comportamento dos clientes. Esteja atento a essa tendência e saiba como aproveitá-la a seu favor! A Linx conta com soluções inteligentes para pequenos comércios, que facilitam a gestão de minimercados, lojas de conveniência e lojas autônomas. Tudo com uma gestão simplificada, que pode ser feita a partir do seu celular. Quer saber mais detalhes? Então fale com a gente!

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