Logística: essencial mesmo para pequenos negócios
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Logística: essencial mesmo para pequenos negócios

Em um varejo omnichannel, toda loja precisa estar integrada ao digital e a logística nas pequenas operações faz toda diferença. Veja como fazer isso e quais as vantagens para seu negócio

Todo negócio de varejo, não importa seu tamanho ou segmento de atuação, só consegue completar sua tarefa de atender bem seus clientes quando entrega o produto para o consumidor. Essa entrega pode acontecer na loja física (quando o cliente visita o PDV para comprar ou quando vai até lá retirar uma compra feita online) ou na casa / escritório (o delivery é cada vez mais importante para atender bem o público) – mas, seja de que maneira for, a logística precisa funcionar perfeitamente para que o cliente receba uma boa experiência.

Em um varejo omnichannel, em que os consumidores querem obter o melhor tanto do digital quanto do físico, é preciso estar preparado para atender bem os clientes. E isso passa, segundo a consultoria EY, por três pontos essenciais:

  • Invisibilidade: os clientes querem que suas vidas sejam facilitadas. Eles não querem lidar com processos complexos – em vez disso, querem o máximo de conveniência.
  • Indispensabilidade: os clientes valorizam quem simplifica sua vida e entrega soluções completas.
  • Intimidade: o consumidor quer ter uma vida repleta de significado e valoriza quem o ajuda a obter esse senso de realização.

Dizendo dessa forma, a logística para pequenas operações pode parecer distante – mas só parece. O máximo de conveniência só ocorre quando o produto desejado pelo cliente está disponível na hora que ele quiser, da forma como quiser. Soluções completas são formadas por produtos e serviços – ter o produto certo na hora certa faz a loja ser indispensável. Por fim, oferecer o produto certo mostra que o varejista entende o cliente, está atento às suas necessidades e está disposto a participar de sua vida.

É por isso que a logística é essencial – até mesmo para pequenos negócios.

Logística para pequenas operações

O centro da experiência digital

O foco dos investimentos do varejo muitas vezes está nos aspectos chamativos do negócio, como o visual da loja online, o aplicativo de vendas ou uma loja no Metaverso. Mas a logística para pequenas operações é o segredo para uma ótima experiência, tanto no e-commerce quanto nas vendas via marketplace.

Entregar rapidamente os pedidos é essencial para satisfazer os clientes. Para quase 60% dos americanos adultos, o delivery no mesmo dia é um fator importante na decisão de compra e na fidelidade a uma marca. Uma pesquisa global feita pela Outbrain mostra que a velocidade da entrega é o fator mais importante na decisão de consumo. O consumidor pode demorar o quanto quiser para comprar, mas quando resolve comprar, quer o produto para já. E quem não conseguir entregar rápido ou não tiver o produto na prateleira, fica para trás.

Em um varejo omnichannel, oferecer essa alta eficiência logística é um enorme desafio. Um desafio que depende de tecnologia para ser solucionado, com o uso de soluções como OMS – orquestradores dos pedidos omnichannel, que fazem o cálculo da melhor cotação. Com um OMS, todas as lojas físicas se transformam em hubs de distribuição, acelerando as entregas e dando mais produtividade e eficiência às vendas.

Como crescer com uma boa logística para pequenas operações

Contar com a tecnologia adequada para dar suporte aos negócios, estrutura adequada e processos bem definidos é essencial para gerar bons resultados na logística para pequenas operações. A transformação digital dos negócios faz com que o varejo precise levar em conta pelo menos estes 5 aspectos para contar com uma estrutura logística que atenda suas necessidades atuais e futuras:

1) Agilidade

Segundo a consultoria McKinsey, as empresas mais preparadas para ter flexibilidade em seus processos conseguem realocar recursos e obter melhores resultados. Isso é especialmente verdadeiro no varejo, que conta com uma rede de fornecedores espalhada geograficamente e possui uma grande capilaridade de pontos de contato com os clientes.

Tradicionalmente, o varejo incorria em grandes riscos ao fazer investimentos de grande porte com base no que deu certo no passado. Não é porque as vendas em uma determinada região cresceram acima da média no ano anterior que seguirão a tendência pelos próximos 5 anos e justificarão a abertura de um novo Centro de Distribuição, por exemplo.

Utilizar as lojas físicas como hub de distribuição diminui riscos, pois utiliza um recurso em que já foram feitos investimentos (o ponto de venda) e exige adequações menores de estrutura e tecnologia. Ao mesmo tempo, atuar dessa forma dá ao varejo a capacidade de se adaptar rapidamente às mudanças de demanda – basta estocar as lojas com os produtos mais demandados naquela região ou, se eles estiverem em falta, transferir o estoque de outra loja para lá.

2) Uso inteligente dos recursos

Não importa qual o tamanho do negócio, sempre existem limitações financeiras. Nos pequenos negócios, ainda mais. Por isso, é muito importante usar os recursos disponíveis de forma inteligente. Por isso, antes de investir em mais caminhões ou em um novo armazém, reveja os processos, amplie a automação do negócio e ganhe produtividade e eficiência. Normalmente, essas medidas evitam investimentos que ficarão ociosos em períodos de menor demanda – e destravam ganhos imediatos para o negócio.

3) Acelere a transformação

Toda empresa está enfrentando o desafio de digitalizar seu negócio. Essa pode ser uma ameaça ou uma grande oportunidade – mesmo para pequenos negócios. Soluções tecnológicas baseadas na nuvem facilitam o uso de tecnologias que geram grandes ganhos para o negócio e trazem mudanças importantes de processos e de mentalidade.

Fazer a transformação digital da logística não é apenas implementar equipamentos ou treinar a equipe. Na maioria dos casos, essa será uma mudança de cultura para enxergar o negócio de uma forma diferente – mais ágil, mais eficiente e menos burocrática.

4) Coloque o cliente no centro

Normalmente, as empresas pensam primeiro no que funciona para elas – mesmo que não seja tão bom assim para os clientes. Se diferencia quem faz exatamente o oposto e coloca o cliente em primeiro lugar. Quando isso acontece, a necessidade de acelerar a omnicanalidade e integrar os sistemas de loja e do e-commerce ficam muito claras: para o cliente, a marca é uma só – não importa se ele acessa pelo celular ou fisicamente, ele quer ter o mesmo tipo de experiência.

Dito dessa forma, pode parecer um pouco abrangente. Mas vamos a um exemplo prático: o cliente não quer ir até uma loja para descobrir que o produto desejado não está disponível. Se ele tiver essa informação online, poderá ir até uma loja que tenha o produto, ou então encomendar online para retirar no PDV mais próximo sem pagar frete. Colocar o cliente no centro significa dar opções para o consumidor comprar, pagar e receber o produto da maneira como achar melhor.

Os novos caminhos da logística para pequenas operações passam por agilidade, flexibilidade e uso de tecnologia. A Linx conta com soluções omnichannel que aumentam a eficiência dos pequenos negócios. Fale com a gente, saiba mais e impulsione suas vendas!

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