Fluxo de caixa no varejo de calçados: confira 5 boas práticas
Calçados

Fluxo de caixa no varejo de calçados: confira 5 boas práticas

A movimentação financeira de uma empresa passa por diversas alterações, ao longo de um mês, que contabilizam a entrada de receitas e a saída de valores para o pagamento de despesas, e isso somente pode ser feito de maneira eficiente quando o fluxo de caixa no varejo é priorizado.

Inclusive, essa ferramenta é uma das principais aliadas na gestão do negócio. A saúde financeira é indispensável, para que fornecedores, funcionários e demais gastos sejam honrados na data correta — e não incidam juros e eventuais multas, que onerariam ainda mais a loja de calçados. Além disso, é fator determinante para o crescimento sustentável a longo prazo.

E como fazer uma gestão eficiente que possibilite ao fluxo de caixa cumprir sua função com maestria em operação como a de calçados? Fique atento às nossas dicas e saiba como aplicar as melhores práticas!

1. Gerencie o estoque

O controle sobre o estoque é tão importante quanto aquele exercido sobre o fluxo de caixa, afinal, um gera reflexos no outro. Em outras palavras, um estoque abarrotado significa dinheiro represado, que poderia estar sendo mais bem empregado, seja com as despesas, seja com a aquisição de produtos mais procurados. Isto é, se você compra muito e não vende, está retirando dinheiro da sua operação.

o ideal para a saúde do seu fluxo de caixa é que se conheçam todos os itens do estoque, tendo em mente a disponibilidade que se deve ter sobre cada um, para que não sobrem e não faltem. Isso permitirá que você racionalize o estoque sem deixar de atender aos interesses da sua clientela e possa planejar suas compras com assertividade

Além disso, essa visão de estoques permite o monitoramento de pedidos de compra e a revisão orçamento de compras.

2. Verifique suas margens constantemente

A essência de uma loja de calçados é comprar e vender sapato.

Portanto, para que a empresa continue sendo lucrativa não basta apenas ter preço competitivo, mas também ter viabilidade financeira — e isso se alcança por meio de margens de lucro que consigam cobrir as despesas do negócio. A verificação constante parte da premissa de que os preços dos seus fornecedores são variáveis, sujeitos a flutuações, e o mesmo deve acontecer com os preços das mercadorias nas suas lojas.

Assim como o supermercado repassa as altas nos produtos para você, é normal que também sejam repassados os aumentos nos preços dos calçados aos seus clientes. Mas, também tenha em mente os valores praticados pela concorrência e a escala das suas vendas.

Quando o varejo conta com uma clientela robusta ou busca atrair novos clientes, é normal que sejam feitas promoções e que isso implique em margens menores. Por outro lado, vendas em maior escala podem representar boa lucratividade global, o que compensaria a menor margem de lucro sobre cada produto individualmente considerado.

Em operações de calçados é comum olhar sempre para o markup e giro dos produtos antes de definir as estratégias para aumento no número de vendas ou correção de preços em determinados grupos ou categorias de produtos da loja.

Essa análise pode estar acompanhada de outras variáveis, como conhecer sua clientela e a concorrência, bem como as estratégias que serão adotadas em suas vendas, são passos essenciais para que você consiga equalizar bem a margem de lucro para que sua loja obtenha bons resultados.

3. Controle todas as informações

Quem tem uma loja não pode aderir ao “deixe a vida me levar”, que pode funcionar na canção, mas jamais no comércio. Deixar para fazer as contas apenas no fim do mês para então descobrir se obteve lucro ou prejuízo definitivamente não funciona. O ideal é que o controle sobre as informações seja feito de forma rotineira.

O primeiro controle que deve ser feito é sobre os prazos, notadamente sobre os recebíveis e os pagáveis. Sendo a inadimplência um problema comum em lojas que trabalham com crediário próprio, negligenciar seus devedores pode ter um efeito bastante maléfico para o negócio. Da mesma forma, deixar de cumprir suas obrigações nas datas corretas pode se transformar em uma bola de neve que pode levá-lo à ruína.

É justamente para conseguir lidar com esse tipo de situação que o fluxo de caixa deve ser priorizado, pois com o apoio dele a loja terá fôlego suficiente para arcar com as contas independentemente de despesas de vendas a prazo, inadimplência ou atrasos dos seus clientes do crediário, por exemplo. O seu controle deve contar também com o cenário de não recebimento.

4. Use o DRE de forma estratégica

O Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE) é um instrumento contábil que pode ser elaborado também de forma gerencial (DRE gerencial). Para o primeiro, vale a pena enxergar esse documento de forma mais ampla. Ele é comumente confundido com o fluxo de caixa, porém, sua formulação é mais abrangente quanto aos dados e prazo.

Enquanto o fluxo de caixa é pensado mensalmente e considera a entrada e saída de dinheiro, o DRE equaciona as receitas e despesas gerais, mesmo que os valores não tenham sido gastos ou recebidos. Dessa forma, reflete de forma mais realista se a empresa está em déficit ou se é superavitária, e transmite um outro panorama sobre a saúde financeira da sua empresa.

Sua análise é fundamental também para ajudar você a encontrar o ponto de equilíbrio em sua loja de calçados, gerando previsibilidade sobre para a entrada de recursos e quitação dos custos. A própria viabilidade no mercado pode ser apontada pelo DRE e revelará se há prejuízos na operação ou oportunidades desperdiçadas.

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5. Trabalhe com a projeção de fluxo de caixa

O fluxo de caixa não deve ser pensado apenas de acordo com as entradas e saídas atuais, mas também com as futuras. Por meio de estimativas que considerarão diversos fatores, como datas festivas e a economia do País, é possível projetar de forma realista suas receitas.

Em relação às despesas e, em especial as fixas, isso é ainda mais simples. Afinal, você sabe em média qual é o custo mensal da folha de pagamentos, aluguel e fornecedores. Algumas contas variáveis, como a fatura de energia elétrica e água, também podem e devem entrar nesse cálculo, pois também incidem mensalmente.

A tecnologia é a maior aliada do varejo atualmente, e diversas soluções são oferecidas para segmentos específicos, consideradas as suas particularidades. Isso contempla também a loja de calçados e permite um controle mais amplo das suas atividades operacionais.

A Linx, por exemplo, oferece ao seu negócio o Software Setaerp, que conta com funcionalidades destinadas a otimizar o tempo das vendas, o controle sobre o estoque e o fluxo de caixa no varejo. Ter ferramentas tecnológicas na sua loja de calçados é um diferencial competitivo e atende às principais tendências para o futuro do setor.

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