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É hora de conveniência na loja de conveniência

É hora de conveniência na loja de conveniência

A pandemia do coronavírus afetou a vida de todos e, embora comece a dar sinais de melhoria nos indicadores, ainda viveremos um cenário desafiador por um período prolongado. Não é exagero dizer que o mundo parou! No Brasil, grandes eventos esportivos ou culturais como shows, teatros e futebol foram cancelados. Escolas, lojas, bares e restaurantes estão fechados ou precisaram se reinventar para manter um mínimo funcionamento, como as aulas remotas ou serviços via delivery. Dentre os poucos estabelecimentos que não fecharam ou tiveram um menor grau de limitação ao funcionamento destacam-se os postos de combustíveis e as lojas de conveniência.

 

Para viabilizar o funcionamento das lojas de conveniência, grande parte dos varejistas está tomando as devidas precauções, a fim de priorizar a saúde e o bem-estar tanto de seus clientes quanto dos funcionários. Conforme discuti durante o Papo Linx, transmissões ao vivo nas quais recebi importantes players de mercado para discutir assuntos relevantes e do momento, muitas redes de lojas de conveniência intensificaram seus procedimentos de limpeza, higiene pessoal e desinfecção de equipamentos e mobiliário, já outras desenvolveram checklists para ajudar os funcionários a seguir procedimentos de prevenção adequados para evitar a propagação do vírus, além de seguirem as recomendações exigidas por normas municipais, estaduais e federais.

 

Além das medidas de prevenção para manter o estabelecimento funcionando, os empresários do segmento estão enfrentando alguns desafios, como: queda de receita, possíveis demissões e a sustentabilidade do negócio. Portanto, tomar decisões de maneira rápida e imediata é fundamental, especialmente para manter um fluxo de caixa saudável. Em seguida, os varejistas precisam se preparar para as oportunidades que podem surgir durante a pandemia.

 

A palavra conveniência nos remete aquilo que simplifica o dia a dia, economiza tempo ou provê alguma vantagem aos consumidores. No entanto, pensamos em lojas de conveniência, ainda nos vem à mente pequenas lojas instaladas quase sempre em postos de combustíveis, que comercializa cigarro, bebidas, gelo, doces e snacks. Algo que mudou nesse período de isolamento social e ajudou a acelerar tendências, impactando diretamente em melhorias para a experiência dos consumidores e tornar a loja de conveniência mais conveniente! Separei algumas dicas para os varejistas de postos não deixarem a oportunidade passar:

 

Quem ainda não está trabalhando com delivery, é hora de começar! Com as medidas de isolamento social, a demanda por entrega em domicílio aumentou fortemente para os restaurantes. As lojas de conveniência, que possuem um mix de produtos mais amplo do que restaurantes e de primeira necessidade, estão descobrindo a importância da entrega em domicílio e começam a despontar em marketplaces, como iFood e Rappi, ou serviços como o Zé Delivery da Ambev. As lojas que possuem uma base de clientes fiéis e querem fugir das altas taxas cobradas, optam por plataformas próprias.

 

Drive-thru e Take-away, realidades emergentes! Nos Estados Unidos, gigantes como Walmart, Target e Walgreens estão realizando entregas de produtos no estacionamento de suas lojas ou mesmo na calçada. O cliente pede na hora ou antecipadamente tanto refeições quanto produtos em geral, e não desce do carro para receber. Outra possibilidade é ofertar produtos da loja de conveniência na pista, assim o cliente consome enquanto aguarda o abastecimento. Essa alternativa se torna muito mais viável com o uso de soluções móveis, que permite o pagamento do abastecimento e de produtos junto com a impressão do cupom fiscal.

 

Autoatendimento e lojas autônomas. Esse também não poderia ser um momento melhor para reduzir o atrito no momento do pagamento. Com um terminal de autoatendimento, o próprio cliente pode realizar a leitura da comanda ou acrescentar itens à compra e finalizar o pagamento sem contato com um atendente. Essa mesma tecnologia pode viabilizar a expansão de lojas totalmente autônomas, em ambientes controlados como condomínios residenciais e comerciais.

 

Por fim, os hábitos adquiridos pelos consumidores durante a pandemia tendem a se consolidar. É hora de aproveitar as ferramentas tecnológicas disponíveis para tornar as compras nas lojas de conveniência mais fáceis e com menos contato.

 

 

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