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Como será o segundo Dia das Mães da pandemia?

Como será o segundo Dia das Mães da pandemia?

Com vacinação em alta, reabertura do comércio e transformação digital, é possível ser cautelosamente otimista para a segunda maior data de vendas do ano.

No ano passado, o Dia das Mães aconteceu quando o varejo ainda estava em estado de choque pela chegada da pandemia. Campanhas prontas precisaram ser jogadas fora e o ambiente era mais de preocupação do que de celebração. Mesmo em meio a tudo isso, varejistas mais ágeis conseguiram inovar e manter parte de suas vendas.

Agora em 2021, com o aprendizado de mais de um ano de pandemia, o que será do varejo neste Dia das Mães? Teremos um “2020 parte 2”, ou voltaremos a ter vida normal?

A resposta deverá ser um meio termo. Os dias de incerteza sobre o que é o vírus e como reagir a ele já ficaram para trás. A vacinação está em andamento e já alcançou 12% da população, mesmo com a dificuldade em obter matérias-primas e fechar acordos com fabricantes. Para a consultoria McKinsey, há progressos para uma situação mais próxima da normalidade no Reino Unido e nos Estados Unidos já neste trimestre, com a vacinação correndo acelerada.

Tudo isso indica que os próximos meses continuarão sendo de idas e vindas, com momentos de mais relaxamento e repiques no número de casos. Por isso, ter uma base digital forte continuará sendo muito importante, ao mesmo tempo em que é preciso estar atento às oportunidades de reabertura de lojas.

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Confira 5 pontos de atenção para impulsionar suas vendas neste Dia das Mães:

1) Os consumidores querem voltar às lojas…

Desde o primeiro momento de fechamento das lojas físicas, o comércio passou a ter uma “pulga atrás da orelha”: será que o PDV tradicional continuará a ser importante? A resposta vem sendo dada pelos próprios consumidores. No Reino Unido, um dos países mais adiantados na vacinação de sua população, a reabertura do comércio provocou uma queda de 12% no número de pedidos online, com um aumento de 218% no fluxo de clientes nas lojas físicas.

A grande questão é que, depois de passar um ano experimentando o varejo digital em seus mais diversos sabores, o consumidor não quer mais uma loja tradicional. O que eles desejam é uma loja física digitalizada, que consiga reconhecer o cliente e personalizar a experiência de consumo. Há cada vez menos espaço para uma loja física que não vai atrás do cliente e inicia o relacionamento no digital.

2) …mas também querem o digital

O consumidor brasileiro é omnichannel: segundo a GfK, no ano passado 53% das vendas do varejo transitaram por canais online e offline, independente de como os clientes fecharam a venda. Do ponto de vista dos clientes, tudo é uma coisa só, e eles compram de marcas em quem confiam, não em canais.

Com isso, quem não está no digital passa a ser menos relevante para o consumidor. Se você quer vender, precisa estar digitalizado de alguma forma. Neste 2021, é hora de acelerar sua transformação digital e abraçar a nova realidade que foi impulsionada pela pandemia.

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3) O nível de exigência agora é outro

Nos últimos 12 meses, os consumidores foram para o online e levaram o e-commerce brasileiro a um crescimento de 41% em relação ao ano anterior. Além disso, 13,2 milhões de pessoas fizeram suas compras online pela primeira vez no ano passado, fazendo com que a base de clientes do e-commerce crescesse 23%. Mais importante ainda: 83% dos novos consumidores estão satisfeitos e voltariam a comprar online.

Como o cliente se acostumou com a agilidade, a facilidade e a conveniência de comprar em poucos cliques e receber rapidamente o produto em casa, ele não ficará mais satisfeito com experiências ruins. A possibilidade de escolher qualquer produto, de qualquer loja, e receber em casa, pagando de forma rápida e segura, passa a ser o novo padrão mínimo aceitável. Para competir, as lojas físicas precisam adotar sistemas que agilizem as compras, evitem filas e vendam até mesmo o que não está no estoque da loja naquele momento. Agilidade é fundamental para a loja física pós-pandemia.

4) Leve o calor humano para o digital

O live streaming (também chamado de live commerce) vem se consolidando como um elemento importante na jornada do cliente e é uma das grandes tendências do varejo para 2021. Nascido na China, onde já movimenta o equivalente a 5% de todas as vendas do varejo local, o conceito está mais presente no Brasil como uma transmissão de ofertas via YouTube ou Instagram, com um QR Code que leva para um site onde a venda é fechada.

A grande vantagem desse formato é colocar uma pessoa “de carne e osso” apresentando os produtos, eliminando a impessoalidade e dando mais calor humano à venda. Especialmente para consumidores que chegaram agora ao e-commerce, ver alguém apresentando um produto ou poder conversar ao vivo com um vendedor, para então fechar a venda online, gera mais segurança.

Considerando o momento atual da economia e a necessidade de adotar formatos flexíveis de venda, esse modelo mais básico de live commerce vem sendo suficiente para impulsionar o e-commerce. É uma maneira de integrar o e-commerce ao YouTube e às redes sociais a partir de recursos já consolidados no varejo, como o uso de links de pagamento, QR Codes e catálogos digitais de vendas.

5) WhatsApp, seu melhor amigo

Outro fenômeno do e-commerce neste último ano é a comunicação pelo WhatsApp. Seja de forma mais improvisada, ou como um canal estruturado, varejistas de todos os tamanhos e setores passaram a usar o aplicativo de mensagens como um canal de relacionamento e vendas.

Embora existam limitações, como a quantidade de mensagens que podem ser enviadas simultaneamente, o WhatsApp é visto pelo cliente como um meio de comunicação personalizado. Por isso, é importante utilizar bem o CRM para enviar mensagens contextualizadas para cada cliente. O que o consumidor menos deseja é ver seu WhatsApp tomado por spams de marcas de varejo.

Por isso, o recado é claro: adote o WhatsApp como parte de sua estratégia de vendas, mas não exagere na dose.

Varejistas que estiverem preparados poderão ter resultados acima do esperado neste Dia das Mães. Os clientes continuam dispostos a comprar: utilize o digital a seu favor, com agilidade e personalização, para impulsionar suas vendas.

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