Consumo em supermercados: 5 tendências e como aproveitar

Consumo em supermercados: 5 tendências e como aproveitar

O comportamento dos consumidores vem mudando. Saiba o que tem impactado suas decisões de consumo em supermercados.

As primeiras datas comemorativas do ano já aconteceram e, aos poucos, vai ficando mais claro o que poderá ser deste 2023. Para os supermercados, várias tendências se consolidaram e estão abrindo oportunidades para quem entende o comportamento dos consumidores e consegue se posicionar bem para aproveitar o momento. 

Algumas dessas tendências são globais, enquanto outras têm muito a ver com o momento dos supermercados no Brasil. Em todos os casos, uma coisa é certa: o uso de tecnologia aumenta a eficiência dos negócios e gera oportunidades de fazer mais com menos – otimizando negócios e acelerando processos. 

Consumo em supermercados

Por isso, esteja atento a estas 5 tendências e entenda como os supermercados podem aproveitar esses movimentos para vender mais e conquistar mais clientes:   

1. Inflação é uma preocupação 

A pandemia fez com que a inflação passasse a ser uma preocupação de todos. Democraticamente, alcança países desenvolvidos e em desenvolvimento. Embora o mês de março tenha apresentado a menor inflação acumulada em 12 meses em quase dois anos (4,65%, segundo o IBGE), os números continuam bem acima da meta do Banco Central. 

A inflação é uma questão global e tem apertado os orçamentos dos consumidores em todo lugar. Nos Estados Unidos, por exemplo, quase metade dos consumidores pretendem reduzir seus gastos em 2023 e 61% estão preocupados com sua situação financeira. Segundo o Banco Mundial, os preços dos alimentos estão no maior nível da história e dificilmente se estabilizarão antes de 2024. 

Em um momento como este, é essencial coletar dados sobre os clientes e entender como os consumidores estão se comportando e reagindo a promoções. E esse comportamento varia de acordo com cada família: há quem esteja diminuindo a quantidade de visitas, mas comprando mais. Há quem esteja reforçando a ida aos atacarejos – e há quem aumente o consumo de supermercados com marcas próprias. Cada estratégia exige uma abordagem diferente, e somente com a análise dos dados das visitas é possível decifrar o que o consumidor deseja.   

2.  Eficiência operacional na veia 

Os supermercados são um dos setores com margens mais apertadas – e com as altas taxas de juros, é mais difícil arcar com os custos financeiros do negócio. Por isso, as empresas precisam repensar suas operações para reduzir custos, mas de uma forma que continue a entregar o que o consumidor deseja: experiência, produtos acessíveis e sustentabilidade. 

Eficiência operacional é um termo amplo, que passa pela revisão dos custos de energia, pela redução dos tempos e custos de transporte e até mesmo pela implantação de novos meios de pagamento que reduzam as filas e permitam atender mais clientes ao mesmo tempo. Por isso, não existe uma fórmula única para aumentar a eficiência operacional. Revise seus processos e saiba que, em algum lugar, existem oportunidades para fazer mais com menos. 

Lembre-se sempre de que a eficiência operacional precisa estar a serviço do cliente. Ele quer fazer tudo mais rápido, ter informações precisas, evitar filas e ter uma excelente experiência de compra. Toda a sua loja precisa estar preparada para isso, da tecnologia aos processos, passando pelas pessoas.   

3. Consumo de supermercados digitais 

Para os consumidores, ser digital é parte do dia a dia – o varejo é que nem sempre acompanha o ritmo de seus clientes. Prova disso é o fato de que 93% das jornadas de compra dos consumidores começam em canais digitais (um anúncio no Instagram, uma busca no Google, a localização da loja mais próxima no Waze), mesmo que a aquisição seja fechada em uma loja física. 

Além disso, durante a pandemia o consumo de supermercados fechou consideravelmente seu gap digital. O número de empresas com e-commerce deu um salto e a categoria passou a liderar as vendas do varejo brasileiro em número de pedidos. Os consumidores abraçaram a praticidade e conveniência do digital – e isso não mudou no pós-pandemia. Hoje, estar fora do digital é perder oportunidades de vendas. 

Digitalizar o supermercado passa por muitos pontos: desenvolver um e-commerce, ter um aplicativo mobile para atender o cliente e oferecer possibilidades de entrega omnichannel (delivery, “clique e retire”, entrega a partir da loja) são as mais óbvias. Mas só consegue fornecer esse tipo de experiência quem conta com uma plataforma que permita vender de forma intuitiva, dinâmica e ágil.   

4. Personalização do relacionamento 

A sensibilidade do consumidor a preço é equilibrada pelo seu desejo de ser atendido como único. Assim, supermercados que personalizam o relacionamento com o cliente saltam à frente e conseguem manter margens mais saudáveis de operação. 

A personalização pode ser feita de diversas maneiras pelo supermercado: apresentando promoções de acordo com o comportamento de compra do cliente, utilizando as alavancas promocionais mais adequadas ao que o consumidor deseja (pontos no programa de fidelidade para quem usa, cashback para outros clientes, “leve 3 pague 2” para outros), ativações digitais no aplicativo assim que o cliente entra na loja, e muito mais. 

Para desenvolver essa capacidade de personalização e atender ao desejo dos clientes, o  supermercado precisa ser capaz de fazer uma boa gestão de dados, entendendo como cada consumidor se comporta dentro do PDV e nas plataformas digitais. Sistemas que facilitem a análise dos resultados do negócio trazem mais inteligência e geram resultados mais rapidamente. 

5. Pagamentos digitalizados 

Um estudo global da Zebra Corporation mostra que os consumidores estão cada vez mais inclinados a usar seus smartphones nas compras e se dispõem a usar carrinhos inteligentes e quiosques digitais. Como os clientes querem experiências mais rápidas e eficientes, tanto dentro quanto fora dos supermercados, o uso de pagamentos sem contato, QR Codes e Pix está em expansão. 

O uso de meios de pagamento sem contato disparou em 2020 e continuou em forte alta depois do fim do isolamento social. Isso ocorre porque, na visão dos consumidores, essa é uma forma simples e prática de fazer pagamentos, acelerar a passagem pelo checkout e evitar fraudes. Para os supermercados, que dependem de atender bem e rapidamente os clientes, oferecer pagamentos contactless apresenta uma experiência positiva e transmite uma imagem de modernidade.   

Acompanhar e antecipar as tendências do consumo de supermercados é cada vez mais importante para os mercados. A transformação digital vem encurtando distâncias e aumentando a concorrência. Para lidar com esse ambiente cada vez mais competitivo, é preciso contar com soluções que empoderem os supermercados, por meio de uma solução completa e estruturada para que o negócio venda mais. 

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