Chegou a hora do Pix no varejo
Meios de pagamento

Chegou a hora do Pix no varejo

Com três meses no ar, sistema de pagamentos do Banco Central já domina as transferências bancárias; É hora de levar o Pix para o ponto de venda

 

Em novembro, o mercado brasileiro passou a poder fazer pagamentos instantâneos por meio do Pix. Um sistema criado para permitir transações de qualquer valor, a qualquer momento, com disponibilidade imediata: fez o Pix, em questão de segundos o dinheiro está do outro lado. Um modelo de pagamento que traz grandes vantagens para a gestão financeira do varejo e para a digitalização dos negócios.

Passados três meses de uso do sistema no Brasil, ele já “pegou” em muitas situações, mas ainda tem muito a crescer:

Como substituto de TEDs e DOCs: pegou!

As transações feitas com o Pix já superam TEDs e DOCs somados. Segundo o Banco Central, em janeiro foram feitas mais de 200 milhões de transferências pelo Pix, reduzindo custos para empresas e consumidores. E a qualquer horário do dia ou da noite!

No fim de janeiro, já haviam sido cadastradas 159,4 milhões de chaves, para 65,5 milhões de usuários (cada pessoa física ou jurídica pode cadastrar mais de uma chave). Para transferências B2B, B2C ou C2C, o Pix definitivamente já é parte do dia a dia.

Para aumentar a concorrência no setor financeiro: pegou!

O Banco Central dizia que, com o Pix, queria aumentar a concorrência no sistema financeiro nacional. Até agora, está funcionando: fintechs e carteiras digitais passaram a fazer parte do dia a dia de empresas e consumidores, aumentando a competição e reduzindo os custos para os usuários.

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Como meio de pagamento no varejo: ainda não pegou…

Na relação das empresas com os consumidores, porém, o Pix ainda não decolou. Uma das grandes promessas do sistema é a facilidade de pagamento, com alta velocidade. A ideia de ser um meio de pagamento contactless (uma das grandes tendências aceleradas pela pandemia) também é um argumento atraente. Então o que aconteceu?

Para começar, o timing não ajudou: o Pix entrou em funcionamento duas semanas antes da Black Friday e, com o Natal às portas, boa parte do varejo preferiu não correr o risco de enfrentar algum problema com o sistema. Junte a isso a necessidade de treinamento das equipes de loja e a integração tecnológica, e o Pix como meio de pagamento ficou para 2021.

O que vem por aí

Neste ano, o Pix ganhará uma série de novos recursos, como acesso a conta-salário, saques diretamente na rede varejista e pagamentos por aproximação. Esses recursos abrem mais possibilidades de pagamento e relacionamento com os clientes, já que muitos consumidores ainda não conhecem as vantagens de pagar com QR Code e as negociações com adquirentes não baratearam as taxas o suficiente.

Mas o futuro é bem positivo. Recursos como o QR Linx oferecem facilidades como a conciliação integrada de diversas carteiras digitais a partir de um único QR Code, com integração nativa ao sistema PDV. Os resultados disso são uma experiência fluida para o cliente e a aceleração dos processos financeiros na retaguarda, diminuindo custos e gerando um varejo mais eficiente.

A digitalização dos negócios só vai aumentar e o varejo sairá da pandemia muito mais conectado. A integração omnichannel já é uma realidade esperada pelos consumidores e ela passa pelos meios de pagamento. Incorporar o Pix é uma forma de diminuir custos, acelerar a digitalização das vendas e aumentar o capital de giro para investir em melhorias para o próprio negócio.

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