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Chegamos à era do comando de voz no ecommerce

Chegamos à era do comando de voz no ecommerce

Assistentes pessoais e ativação por voz redefinem hábitos de consumo e relevância da sua marca nas ferramentas de busca.

 

“E aí, Siri” e “ok, Google” são algumas das expressões que estão ganhando cada vez mais os hábitos dos usuários de smartphones, relógios inteligentes e uma infinidade de dispositivos conectados à rede. Esses aparelhos são capazes de entender e responder comandos por meio de machine learning, ou seja, conforme o uso, o assistente vai aprendendo os hábitos e deve a apresentar respostas cada vez mais inteligentes. 

 

Segundo a Google, até 2021, 327 milhões de residências no mundo terão pelo menos um aparelho conectado, do robô aspirador à cafeteira.

 

Essas ferramentas ajudam desde uma simples consulta à agenda até controlar a iluminação de uma residência. Um estudo da iProspect, embasado em mais de 4 mil entrevistas online no México, Brasil, Colômbia, Argentina e Chile, revelou que mais da metade dos participantes utilizavam o comando de voz. O assistententes mais conhecidos – Apple Siri, Google Assistant, Amazon Alexa e o Microsoft Cortana – somam 710 milhões em todo o mundo e devem chegar a 1,831 bilhão em 2021, segundo a Tractica.

Diante da decolagem dos assistentes pessoais e da busca por voz, as marcas precisam ficar atentas à essa mudança comportamental. Isso já vem acontecendo com o número de pedidos de compra feitos por meio de smartphones ou tablets, que já são quatro em cada dez solicitações feitas em lojas online, de acordo com a Ebit. Com o comando de voz para facilitar tarefas simples, a expectativa é que o ato de comprar também seja algo facilitado pelos assistentes. 

 

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>> Chatbots para ecommerce: Como funciona essa tecnologia?

 

Pode até ser só mais uma forma de contato com os consumidores, mas quem ganhar a dianteira nisso se destacará em um mercado tão competitivo como o varejo. 

Uma das experiências recentes é da rede Walmart dos Estados Unidos que, em parceria com o Google, permite adicionar produtos em suas listas de compras. Depois de ativar o comando, o cliente só precisa listar em voz alta o que deseja, checar se está tudo correto e finalizar a compra online ou através do “pick-up”, modalidade em que pode buscá-la pessoalmente no supermercado, sem sair do carro.

 

Futuro distante?

As projeções para o avanço da tecnologia são otimistas. Apesar disso, pode ser que o consumidor leve algum tempo até se habituar com a tecnologia. Nesse primeiro momento, os assistentes de voz facilitarão compras mais simples, como adquirir algumas cervejas para o churrasco, material de escritório que esteja faltando ou um presente que acabou ficando para a última hora. Com o uso frequente, o assistente será aperfeiçoado e saberá as preferências do consumidor, como marca e site para a compra. 

 

Personalização 

Ao usar o assistente com frequência, ele tende a ficar cada vez mais pessoal, capaz de prever as necessidades do usuário e resolver situações de acordo com o gosto de cada um. Graças à inteligência artificial, um histórico de preferências é construído de acordo com as escolhas, localização e interesses de cada pessoa. O jeito de falar também é muito levado em conta pelos algoritmos de machine learning – que usam o que aprendem para melhorar a experiência de comunicação de forma geral.

 

A tendência é que haja melhorias na usabilidade e design da interface de voz, como já vem acontecendo aqui no Brasil. A Amazon entendeu que temos o português brasileiro e o “brazilian english”, tendo em vista que usamos algumas palavras em inglês, porém com um sotaque próprio. A ideia é que o assistente deixe de se parecer com o robô e seja mais humanizado. Outra vantagem do comando de voz é a acessibilidade. 

 

Com maior familiaridade e sendo mais amigável, a tendência é que o uso de comando de voz aumente e colabore para identificação de padrões. Por exemplo, se um usuário faz muitas pesquisas sobre o universo da tecnologia, o assistente poderá personalizar suas ofertas com base nessa característica, o que torna os anúncios do ecommerce mais certeiros e aderentes aos interesses de cada um.

 

Como se adaptar?

Para ranquear melhor os seus produtos em shoppings virtuais, é preciso pensar em estratégias de SEO (Searching Engine Optimization) especificamente para comandos de voz. Na busca por voz, muitas palavras não são relevantes para o resultado e suas estratégias de SEO devem levar isso em consideração.Trabalhe para que seu produto seja encontrável e apareça como primeiro resultado, seja por estar próximo ao cliente ou por ser referência no mercado. 

 

Atente-se também para o fato de que as buscas no assistente de voz não são feitas da mesma forma que na escrita. Ao invés de uma busca como “posto de combustível”, é provável que o usuário peça ao assistente “onde posso encontrar um posto de gasolina perto de mim?”. Da mesma forma, as descrições de produtos também precisam ser repensadas para serem simples e diretas. 

 

Otimize todo o conteúdo do seu ecommerce para pesquisas por voz, já existem APIs que transformam voz em texto disponíveis para te auxiliar. Também comunique o cliente, com um banner ou aviso em destaque, de que ele pode fazer suas compras usando os assistentes. Nessa hora, conte com uma equipe especializada, pois a instalação errada das ferramentas pode gerar problemas para o funcionamento do seu ecommerce. A gente leva estrutura e experiência a sério. Nosso Search – solução de busca oferecida pela Linx Impulse – já é capaz de interpretar corretamente falas do consumidor que foram transformadas em texto de produto. Por exemplo: se o consumidor disser “quero celulares baratos” irá visualizar os celulares ordenados pelo menor preço. 

 

Segurança é importante

Uma das maiores barreiras  para os clientes do ecommerce ainda é a insegurança em relação à proteção de seus dados bancários. Ao mesmo tempo que facilita, inserir os dados do seu cartão em um dispositivo de voz e depois efetuar tudo sem uma camada extra de verificação pode gerar essa sensação no consumidor. Então, é preciso educar o público quanto à tecnologia e garantir a segurança dessas informações. 

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>> 5 dicas para o varejista manter a segurança online

 

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