E-commerce 2030: a tendência do varejo que só cresce!
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E-commerce 2030: a tendência do varejo que só cresce!

Toda loja física pode ser digital – e precisa ser, para ter vida longa. Saiba como a tecnologia pode ajudar nas tendência do varejo durante essa jornada.

O varejo eletrônico está em forte crescimento em todo o mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, a expectativa é que as vendas online batam a marca de US$ 1,6 trilhão até 2027, o equivalente a 29% de todo o varejo de lá. No Brasil, a tendência do varejo apontam números entre 10% e 15% para a participação do digital nas vendas varejistas.

Os últimos anos viram um grande avanço dos canais digitais. Não se trata apenas do e-commerce, mas também dos aplicativos para celular, das vendas via WhatsApp e das redes sociais – a jornada de compra é cada vez mais digital, até mesmo em setores que tradicionalmente eram analógicos.

Um bom exemplo são os supermercados. Nos últimos anos, as redes que fazem parte da lista das 300 maiores do varejo brasileiro aumentaram a digitalização dos seus negócios: 91 das 150 supermercadistas listadas (60,7%) têm um e-commerce ativo – três anos atrás, eram apenas 39 empresas do setor. Acrescente a isso a venda de alimentos nos grandes marketplaces (muitas vezes liderando as vendas dessas plataformas) e fica muito claro que comprar online já faz parte do dia a dia de muita gente.

No Brasil, atualmente uma loja online é aberta por minuto, mas muito mais vem por aí: com a aceleração da tecnologia 5G, as barreiras entre físico e digital estão com os dias contados. Ser “figital” será obrigatório para quem quiser estar perto dos clientes. Com tecnologias como PIX e Open Banking digitalizando ainda mais os meios de pagamento, e com o Metaverso se desenvolvendo até o final desta década de maneiras como ainda nem conseguimos imaginar, ficar muito claro que a diferença entre online e offline será cada vez menos importante.

Tendência do varejo

Tendência do varejo: do físico para o digital

Para o grande varejo, falar em digitalização das vendas ou de desenvolver uma operação online não é tendência – é correr atrás dos concorrentes que já estão mais estruturados. Para médios e pequenos lojistas, por sua vez, esse é um momento excelente para acelerar a digitalização.

Por um lado, os consumidores estão demandando esmo que de uma forma simplificada.

Mais uma vez, a pandemia mostrou isso de forma muito clara. Pequenos empreendedores em setores que vão da moda aos restaurantes encontraram maneiras de colocar seu negócio na internet – e com isso alcançar novos públicos ou criar outros momentos de contato com os atuais clientes.

Quem já possui uma loja física, porém, tem algumas vantagens importantes nessa busca por clientes:

  • A presença física funciona como um grande outdoor do negócio. Seus clientes conhecem você e sabem que podem te encontrar fisicamente se houver algum problema.
  • O estoque da loja física pode ser usado para fazer as vendas online. Recursos como a retirada em loja e o ship from store (envio de pedidos online a partir da loja física) reduzem muito os custos e aumentam a velocidade de entrega, o que reforça a satisfação dos clientes.
  • Ter mais pontos de contato reforça o relacionamento com os consumidores. Já está mais que provado que clientes que utilizam vários canais de compra tendem a gastar mais e a ser mais fiéis às marcas. 

Por isso, lojas físicas que abrem negócios digitais ficam em vantagem na disputa pelos clientes. Entre uma marca que está presente no mundo “real” e outra que está disponível somente em uma rede social, o consumidor tende a preferir aquela que ele já conhece.

Problema ou solução?

Para a maioria dos varejistas, porém, iniciar uma operação online costuma trazer muito mais complicações do que resultados. Em primeiro lugar, por começar do zero, o negócio digital irá gerar menos vendas que o negócio físico. Além disso, para vender online é preciso aprender uma série de novas “disciplinas”, como marketing digital, segurança de dados, LGPD, hospedagem, desenvolvimento de sites e outras que têm pouca relação (ou nenhuma) com a tradicional venda “olho no olho”.

É por isso que muitos varejistas físicos tendem a adiar sua entrada no digital – ou entram e não têm bons resultados imediatamente. Para quem tem pouca experiência em vendas online, questões como same day delivery, negociações de frete, SEO e marketplaces podem parecer uma nova ciência.

É justamente para driblar essa dificuldade inicial de colocar a operação de e-commerce para rodar que existem soluções como o Linx Nodis. Uma plataforma desenvolvida para quem precisa colocar sua loja física na internet, sem complicação, conectada aos principais marketplaces do mercado brasileiro.

A solução simplifica as questões complexas da gestão do e-commerce, como o catálogo de produtos e a precificação: em passos simples, escaneie o código de barras dos produtos ou tire fotos com o aplicativo da solução, coloque preço e quantidade do estoque e pronto: as vendas podem ser iniciadas.

Plataformas de negócios como a Nodis resolvem questões complexas, como a integração de dados entre diferentes marketplaces, e garantem a integridade das informações. Dessa maneira, é possível controlar o catálogo de produtos, gerenciar os pedidos online e organizar a expedição dos produtos de forma simples, sem criar complicações para o negócio.

Toda loja física pode ser digital – e precisa ser, se quiser ter vida longa em um ambiente cheio de tendência do varejo . Por isso, esteja preparado!

Com a Nodis, você não precisa ter muita experiência em vendas online: as ações de divulgação já vêm prontas e o onboarding na plataforma é feito em apenas 24 horas. Instale hoje e comece a vender amanhã, sem taxa de adesão nem mensalidade obrigatória. Fale com a gente e veja como é rápido abrir seu negócio online!

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