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A hora da empatia: 7 dicas para fortalecer a relação com seus parceiros ou com seus clientes!

A hora da empatia: 7 dicas para fortalecer a relação com seus parceiros ou com seus clientes!

Por Ricardo Pinho, diretor executivo da Linx Bridge

 

Certamente, quando pulamos as “7 ondinhas” no início de 2020, ninguém imaginou que o novo ano nos traria alguns dos desafios mais complexos da nossa geração. A chegada do novo coronavírus mudou tudo!

Com exceção das empresas que “vendem os lenços”, o impacto foi grande para os demais. Muitos clientes estão de portas fechadas, os vendedores não estão na rua e as vendas caíram, e, sobretudo, a atividade econômica virou risco de vida!

Embora o consumidor tenha “puxado o freio de mão”, ele também se digitalizou! Não necessariamente porque quis, mas por uma questão de sobrevivência! Por outro lado, seu parceiro comercial pode quebrar e isto não é nada bom! A cadeia que você utiliza para entregar valor ao seu cliente, também depende da saúde do seu parceiro.

Está na hora de ressignificar suas relações com clientes e parceiros, então preparei 7 dicas para ajudar nessa missão.

 

  • A definição do que é sucesso para o seu cliente é perecível

Numa relação B2B ou B2C, você precisa monitorar constantemente como seu parceiro ou seu consumidor definem sucesso. Pergunte os indicadores que ele mede e o que mudou no negócio dele. Já no segundo, é importante entender o que valoriza. Uma vez que isso é entendido, procure adaptar seus produtos, serviços e, principalmente, seu relacionamento.

Se você assim não o fizer, correrá o risco de trabalhar em inovações que o cliente não perceberá como valor e, portanto, talvez não aceite pagar por isso.

 

  • Gerencie atentamente a sua base de clientes e consumidores

A base de clientes sempre foi seu maior ativo! Agora, mais do que nunca! Valorizar a base significa manter a comunicação em alta, especialmente durante o isolamento social.

Neste sentido, meça o engajamento do cliente com seus produtos ou serviços. Quanto mais ele usa e vê resultado, menos propenso estará de abandonar o relacionamento com sua marca.

Pergunte como pode ajudar seu cliente a reduzir custos na operação dele e mostre que a solução traz retorno ao capital investido. Essa obrigação é sua, não do seu cliente!

 

  • Na era digital, seus parceiros comerciais são a extensão do seu negócio

Não ache que a crise afeta só você! A sua cadeia também pode estar em dificuldades, o que pode impactar severamente você.

Ter uma boa gestão de todos os agentes envolvidos é uma ótima estratégia. Que tal monitorar os parâmetros de negócio da sua cadeia de valor e gerar insights?

Assim, você entrega valor ao parceiro e ele utiliza o benchmarking de sua rede para desempenhar melhor ainda. Todos ganham!

 

  • Mude seu roadmap e venda o que o mercado vai comprar

Os projetos de transformação digital nunca foram tão priorizados como agora. Varejistas, por exemplo, vislumbram minimizar suas perdas na venda online, no delivery, nas soluções de pagamento sem contato, com a certeza de ter uma conexão segura e disponível para não perder nenhum negócio.

Em abril, a Mckinsey divulgou um relatório sobre o sentimento dos consumidores com relação à crise. Aqui no Brasil, 23% dos respondentes disseram acreditar que a economia se recuperará em 2 ou 3 meses e estará tão forte (ou mais) quanto o período antes da Covid-19. Seguidos de outros 57% que acreditam em uma recuperação mais lenta (6 a 12 meses), prevendo estagnação ou queda após este período. Os pessimistas representam 20% do total.

Portanto, ainda há oportunidade! Lembre-se de que o cliente não deixou de comprar, só talvez esteja comprando produtos e soluções diferentes. Compete a você investigar as tendências, o novo fluxo do dinheiro e ajustar seu roadmap!

 

  • Inove sempre, execute mais ainda

Não falta oportunidade de inovação, principalmente quando consideramos os seguintes pontos:

– O consumo se digitalizou. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, foram abertas quase 1 loja de e-commerce por minuto desde o início da pandemia;

– A busca “como fazer compras online” cresceu 198% no mês de março, segundo o IDC (sigla para “International Data Corporation”);

– O trabalho saiu dos escritórios e foi para as casas. Ainda segundo o IDC, 35% das pessoas tem o home office como a principal atividade da quarentena;

– A educação passou a ser à distância;

– A medicina saiu dos consultórios e foi bater na tela dos computadores;

– Até as atividades de bem-estar e cultos religiosos precisaram se reinventar. A busca pelo termo missas, por exemplo, cresceu 266% no Youtube durante a quarentena.

Aliás, este é um bom momento para negociar com seu cliente. Afinal, aquela inovação que você está desenvolvendo pode ser a diferença entre o consumidor ampliar ou não o relacionamento com sua marca.

 

  • Monitore seus concorrentes: a crise afeta a todos!

Este é um ponto importante: há sempre alguém carregando uma cruz mais pesada que a nossa. As vendas estão escassas e já falamos sobre isso. Mas sabe aqueles “losts” que, para um bom vendedor, não existem? É hora de revisitá-los!

Quem sabe seu cliente não está insatisfeito e procurando soluções? Se você olhar o copo meio-cheio estará lá para atender, já que terá seguido as 5 dicas anteriores!

 

  • Consulte os dados, não a sorte!

No mundo dos negócios, em geral, os empresários confiam em Deus. Para todo o restante, eles pedem dados. Já ouviu esta frase? Pois bem! É complexo dar conta de todas essas dicas sem uma ferramenta capaz de controlar a régua de relacionamento com seus clientes, consumidores ou parceiros, porque sempre surgem perguntas do tipo:

– o que o cliente comprou, por quanto, qual foi a última vez?

– por que a região X vende mais do que a região Y?

– onde estão concentrados os maiores custos?

– como estão os giros de estoque por categoria?

 

Seja você um franqueador, um multi-franqueado, um distribuidor ou dono de uma rede de lojas próprias, seu desafio é o mesmo: escalar o relacionamento com seus clientes e parceiros para obter melhores resultados.

Portanto, o uso eficiente da tecnologia de dados acionáveis talvez seja a minha dica mais importante desse texto, pois ajuda a responder as perguntas mencionadas acima, além de tantas outras. Dessa forma, você consegue configurar os principais KPIs do seu cliente ou parceiro, bem como configurar o sistema para gerar alertas quando algum indicador estiver fora do desejado.

É mais do que um BI, isto é, essa tecnologia gera insights que acionarão tarefas que podem ser direcionadas automaticamente aos seus vendedores ou gerentes regionais, por exemplo. Depois, é só monitorar quem executou e quais resultados produziu!

 

Gostou?

Com tantos desafios, utilize seu cérebro para as transformações do seu negócio e deixe a tecnologia tomar conta do resto!

Espero que se as “7 ondinhas” não trouxeram o efeito esperado, que as 7 dicas desse artigo possam contribuir para superar os desafios e alcançar melhores resultados!

 

Quer saber como a Linx pode ajudar o seu negócio? Clique aqui.

 

 

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