5 pontos para você crescer com lojas autônomas em condomínios
Mercado de proximidade

5 pontos para você crescer com lojas autônomas em condomínios

Uma das principais tendências do varejo de proximidade representa uma grande oportunidade, mas depende do bom uso de tecnologia para trazer resultados para seu negócio

Uma das grandes mudanças do varejo nos últimos dois anos foi o forte crescimento das lojas de vizinhança, especialmente no modelo de autoatendimento. Especialmente no período inicial de isolamento social, os minimercados passaram a ser ainda mais demandados e, de lá para cá, se tornaram um dos grandes vetores de crescimento do varejo alimentar. Não é à toa que a conveniência, hoje, é uma das principais tendências globais de consumo.

Com a evolução tecnológica, o varejo de vizinhança ganhou um “twist”. Modelos de minimercados dentro de condomínios passaram a ser um vetor importante de crescimento, porque oferecem ultraconveniência: os clientes nem precisam ir até a rua para comprar! O mais recente passo nesse sentido é a instalação de lojas autônomas dentro de condomínios residenciais ou empresariais. De startups a redes tradicionais que desenvolvem novos formatos, esse é um modelo cada vez mais presente no cotidiano dos consumidores.

Entretanto, ter uma atuação relevante nesse segmento depende de uma série de fatores. Os consumidores passam a exigir muita eficiência na operação da loja, com um ponto de venda que faz transações em alta velocidade e está disponível 100% do tempo, mesmo com um mix de produtos bastante restrito. Isso impõe uma série de desafios, mas também destaca quem consegue atuar bem.

lojas autônomas

Para desenvolver uma operação de lojas autônomas em condomínios, o varejista precisa estar atento a estes 5 pontos:

1) Defina o mix com precisão absoluta

Desenvolver uma loja autônoma vai muito além de implementar um sistema de pagamentos via aplicativo e ter um espaço para apresentação dos produtos. É preciso saber quais itens colocar no ponto de venda. Como normalmente esses espaços são muito restritos, com área inferior a 200 metros quadrados e, no caso de condomínios, até mesmo cabendo dentro de um container, cada centímetro de área de exposição importa muito.

Por isso, a decisão sobre o mix da loja autônoma precisa ser tomada com base nos dados reais de consumo dos clientes. Mesmo que o varejista comece com um mix padronizado, em pouco tempo será necessário otimizar o sortimento para a necessidade daquele público. E é uma questão de detalhes: a diferença entre o lucro e o prejuízo está em pequenas cestas de compras, em transações de alta recorrência.

2) Afine sua logística

Uma loja autônoma dentro de um condomínio depende de estocar poucos itens e ter reabastecimento constante. Por isso, a logística se torna estratégica. Em um supermercado, é possível conviver por algumas horas com a ausência de um produto da gôndola, já que existem outras opções disponíveis. Mas experimente não ter a única marca de sabão em pó que você havia colocado na loja autônoma e você pode ter perdido o cliente.

É por essa razão que as lojas autônomas funcionam muito bem em combinação com outros modelos de PDV. Uma loja maior na região pode se responsabilizar pela reposição dos itens que estão para acabar na loja autônoma, ou o caminhão pode sair do Centro de Distribuição para abastecer diariamente dezenas de lojas autônomas em uma rota específica.

Uma grande diferença, nesse caso, é a necessidade de ter granularidade. Cada loja autônoma terá demandas bem específicas e em pequena quantidade. Será preciso rever processos para poder entregar, por exemplo, uma unidade de um determinado xampu.

3) Ofereça vários meios de pagamento na loja autônoma

A loja autônoma não depende de um pagamento efetuado no PDV, mas nem todo cliente se sente confortável com a tecnologia 100% autônoma. No máximo da automação, o consumidor não precisa nem do celular: ele entra na loja, é identificado por reconhecimento facial, é rastreado no PDV por meio de visão computacional e, ao sair, automaticamente as compras são lançadas em seu cartão de crédito.

Mas não é preciso investir em toda essa tecnologia. Alternativas como totens de autoatendimento e terminais de self checkout são opções mais próximas do dia a dia dos consumidores brasileiros e permitem experimentar o modelo de lojas autônomas a partir de investimentos mais acessíveis. O uso de carteiras digitais entra nessa conta e permite alcançar o público em diferentes momentos de consumo.

4) Trabalhe a conexão com o público

Mesmo sem ter nenhum funcionário, a loja autônoma instalada no condomínio possui um grande potencial de conexão com os consumidores. Não é à toa que esse conceito também é conhecido como “honest market”: uma relação baseada na confiança da marca no fato de que os clientes pagarão por suas compras faz com que seja possível investir em modelos mais simples (e baratos) de lojas autônomas.

A conexão com o público também é reforçada pela presença constante da loja autônoma perto do consumidor, oferecendo produtos relevantes com alto grau de conveniência. Essa é uma relação que se fortalece a cada contato e que se beneficia da análise dos dados: quanto mais a marca conhece seu cliente, mais consegue personalizar o mix de produtos da loja autônoma.

5) Integre a loja autônoma a opções omnichannel

A loja autônoma é uma forma de colocar o produto muito mais perto dos clientes – e isso não precisa acontecer somente com os itens que estão no sortimento daquele PDV. Integrar a loja autônoma ao omnichannel aumenta o acesso aos produtos e permite experimentar novidades.

Um locker instalado junto da loja autônoma é uma forma de dar acesso à “prateleira infinita” do seu e-commerce e complementar o sortimento físico. Com isso, o varejista pode fazer campanhas dirigidas para testar a aceitação de determinados itens, promover produtos específicos e realizar ações promocionais que estimulem o cliente a visitar a loja autônoma uma vez mais.

As lojas autônomas são um mercado em rápida expansão, mas ainda têm uma presença limitada no varejo brasileiro. Por isso, quem desenvolver um bom relacionamento com o cliente e oferecer velocidade e conveniência, sem assustar o consumidor com uma operação excessivamente tecnológica, poderá ocupar novos espaços e abrir linhas de receita para seu negócio.

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A Linx possui uma série de soluções para o varejo de proximidade, que incluem tecnologias para viabilizar sua loja autônoma e ampliar seu relacionamento com os consumidores. Se você quer aproveitar essa oportunidade de vender mais e conhecer melhor seu público, fale com a gente.

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