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5 dicas para o varejista manter a segurança online

5 dicas para o varejista manter a segurança online

Ter uma plataforma de e-commerce segura, contar com sistemas antifraude e boas soluções de pagamento é essencial para manter a segurança do negócio

Confira as melhores dicas para manter a segurança online do seu negócio e ter sucesso no mercado varejista

Um dos assuntos que tem dominado as discussões dentro das empresas, independentemente do segmento de atuação, é a segurança de dados. Afinal, o volume de informações geradas por pessoas, organizações e redes nunca foi tão grande. De acordo com o Gartner, até 2020, é possível que haja um total de 40 trilhões de gigabytes de dados no mundo, o que significa 2,2 milhões de terabytes de novos dados gerados todos os dias.

Neste cenários, e com a popularização da tecnologia, as transações financeiras online também começam a crescer. A expectativa, segundo uma projeção da consultoria E-Consulting, é que, em 2019, 87% dos brasileiros realizem pagamentos por meios online, um aumento de 3% quando comparado a 2018. 

E tudo isso tem motivado as marcas a construírem ecossistemas de trabalho muito mais preparados para a segurança online. Mas por onde começar? Neste artigo, vamos mostrar a você algumas dicas para criar um sistema seguro para sua loja, mantendo os dados bem armazenados durante toda a jornada de compra do cliente. Veja, a seguir:

  1. Tenha uma plataforma de e-commerce completa

Um e-commerce é uma solução capaz de impulsionar, e muito, as vendas do seu negócio. Mas ao investir em um empreendimento no ambiente digital, é fundamental adotar uma plataforma de e-commerce completa, não só que ajude a vender mais, mas que atenda a todos os requisitos para garantir a segurança das transações entre sua loja e os clientes e a gestão correta dos dados envolvidos no processo. 

Mas o que significa contar com uma plataforma completa? O primeiro ponto é ela ser capaz de oferecer soluções de ponta a ponta para atender às necessidades do seu negócio e ainda suprir as exigências dos próprios consumidores. Ou seja, a ferramenta precisa oferecer integração de processos e canais, sistemas de pagamento confiáveis e soluções de engajamento robustas.

 

  1. Conte com sistemas antifraude

 

A segunda dica é contar com um sistema apto a combater qualquer tipo de fraude e invasão, pronto para preservar a segurança tanto de quem vende quanto de quem está comprando. Não raro, nos deparamos com sites pouco confiáveis e publicidade indesejada, enfrentando problemas relacionados à proteção dos nossos dados.

 

Segundo um estudo recente da Konduto, empresa brasileira antifraude, o comércio eletrônico no País sofre uma tentativa de fraude a cada cinco segundos. Diante desse cenário, é preciso adotar o melhor sistema antifraude para o seu negócio, composto com os selos e certificados adequados.

O Certificado Digital SSL (ou SSL) é um deles. A tecnologia faz a guarda das informações trocadas por meio de criptografia. Com ela, os dados pessoais e bancários dos consumidores são protegidos e, por isso, ela tem papel fundamental no checkout. Para identificar esse certificado, basta olhar para a URL do site, que deve apresentar o formato: “https://”.

Ter o SSL também significa melhorar o posicionamento nos sites de busca. Em 2018, o Google passou a classificar como não seguros os sites que não têm o certificado, e eles acabam ficando escondidos nos resultados de busca, limitando o acesso de visitantes e prejudicando seu posicionamento orgânico no meio digital.

Além disso, é importante ter atenção aos selos que garantem a segurança da loja. Entre eles, estão o Ebit, o Site Blindado e, especialmente para o mês de novembro, o Black Friday Legal – período em que aumenta o número de transações de vendas e, consequentemente, o risco de ataques e fraudes. Além de identificar vulnerabilidades e proteger os dados inseridos pelos clientes, eles também funcionam para recolher informações sobre a experiência de compra do consumidor e ajudar a encontrar soluções para possíveis problemas de segurança.

Outra dica que ajuda muito no combate a ciberataques é orientar o consumidor a criar senhas fortes – combinando letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos – para não tornar os dados vulneráveis, evitando o ataque de hackers e fraudadores de redes.

  1. Invista em um bom sistema de pagamento

 

A terceira dica trata de um dos momentos mais importantes da jornada de compra: a hora do pagamento. Ter segurança durante a finalização do pedido ainda é uma das principais preocupações dos clientes.

Então, procure reforçar a segurança nas transações e conte com um sistema de pagamento que se preocupa com a proteção dos dados e está preparado para o tráfego de informações financeiras. Além disso, monitorar constantemente as movimentações ajuda a identificar fraudes e agir a tempo de tomar as providências necessárias com o mínimo de prejuízo.

Esteja atento, também, às certificações de segurança online referentes aos sistemas de pagamento. Ter o certificado Payment Card Industry – Data Security Standard (PCI-DDS) é requisito básico para as empresas que aceitam cartão de crédito como forma de pagamento, pois significa que as transações e dados dos portadores do cartão são melhor controlados.

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Solicite a inserção do código de segurança, que fica atrás do cartão de crédito. Esse dado ajuda a comprovar se o cartão é verdadeiro, protegendo a sua loja.

 

  1. Ofereça checkout objetivo e confiável

Da mesma maneira que o sistema de pagamento da sua loja precisa ser confiável, ofereça segurança na hora do checkout. Esse é um momento crucial, em que sua loja precisa estar pronta para analisar e identificar, em tempo real, o número do cartão de crédito que está sendo usado pelo comprador, conectando-se com a operadora de modo a descobrir se eles são legítimos. Dessa maneira, suas transações estarão muito mais protegidas.

Além disso, é na hora do checkout que muitas pessoas tomam a decisão da compra. Segundo o levantamento Retail Reimagined, feito pela Adyen, 7 em cada 10 consumidores desistem do carrinho de compras por dificuldades na hora de realizar o checkout, especialmente entre as gerações Y (73%), com idades de 24 a 38 anos, e Z (71%), com idades de 18 a 23 anos. Por isso, além de pensar na segurança no ambiente online, também é importante contar com as soluções certas para facilitar esse processo. 

 

  1. Envie confirmação de compra

A última dica da nossa lista fala de uma atitude que deve fazer parte do planejamento estratégico de reter o consumidor sem que ele se sinta inseguro em manter um relacionamento mais próximo com a sua marca. Para isso, sempre que alguém realizar uma compra, procure enviar por e-mail ou até mesmo SMS a confirmação da compra. 

Para a maioria dos consumidores, tão importante quanto o produto adquirido é a experiência no processo de compra. Assim, o cliente não terá dúvidas em buscar a sua loja para fazer um compra. Afinal, ele estará interagindo com uma marca que se preocupa em avisá-lo que o pagamento foi aceito e que, em seguida, o produto deve estar pronto para ser entregue ou retirado na loja mais próxima.

Gostou da nossa série de dicas? Então, continue lendo as publicações do blog e não deixe de conferir as soluções da Linx para o varejo.

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