Confira 3 tendências da NRF 2022 para o varejo digital
Transformação Digital

Confira 3 tendências da NRF 2022 para o varejo digital

O uso de tecnologia na cadeia de suprimentos, o quick commerce e o metaverso foram apresentadas como grandes tendências do varejo digital na NRF 2022 

O varejo mundial se encontrou mais uma vez em Nova York no mês de janeiro. Foi uma edição menos movimentada do que normalmente, em função da variante ômicron, que afastou parte dos expositores, palestrantes e congressistas. Mas isso não impediu que a NRF Big Show voltasse a ser, depois de dois anos, o epicentro das tendências do varejo.

Tendencias digitais na NRF 2022

Para o varejo digital, a NRF 2022 foi riquíssima. Metaverso, omnichannel, aceleração tecnológica, novos modelos de negócios: o evento apresentou várias lições que vão ganhar corpo ao longo deste ano. Conheça 3 tendências do varejo digital na NRF 2022 que precisam fazer parte da sua estratégia: 

1) Esse tal de Metaverso

Esse foi, de longe, o tema mais importante da NRF Big Show. Até porque todo mundo ainda está tentando conceituar o tema e entender como se posicionar diante de uma tendência que ninguém sabe de que forma irá acontecer.

falamos recentemente sobre Metaverso e sobre as suas inúmeras possibilidades de atração de clientes, relacionamento e vendas. A NRF Big Show trouxe um ponto de vista diferente sobre o tema: a emergência da Geração Alpha é um desafio para o qual o varejo mundial ainda não está preparado.

“Enquanto estamos tentando acertar o omnichannel, a Geração Alpha não está nem aí para isso, porque ela é app first”, provocou a futurista Kate Ancketill, CEO da GDR Creative Intelligence. Segundo ela, até 2030 as crianças de hoje representarão, junto com a Geração Z (grosso modo, os atuais adolescentes), 50% da população global e terão mais poder de compra que os Millennials e baby boomers somados.

Essa é uma geração que já gasta o equivalente ao PIB da Islândia no TikTok, usa Realidade Virtual e Aumentada e costuma comprar itens digitais para seus avatares. E isso muda tudo, porque as marcas precisam pensar em como se comunicar com esse público em outros meios, como plataformas de games e ambientes imersivos.

Duas marcas que mostraram seus cases no Metaverso indicam caminhos que podem ser seguidos. Para ambas, a questão é muito simples: seguir o cliente onde quer que ele esteja. “Estamos lidando com consumidores que têm uma relação diferente com produtos e serviços. E, quando eles criam seus avatares, é claro que irão vesti-los”, disse Patrice Louvet, presidente e CEO da Ralph Lauren. “Os avatares serão uma extensão virtual de quem somos”, acrescenta Liz Bacelar, diretora executiva de inovação tecnológica global da Estée Lauder.

A visão dos executivos presentes na NRF sobre o Metaverso é bem pragmática: correr atrás do consumidor. “Em vez de mergulhar de cabeça e replicar o que outras marcas estão fazendo, entenda o que agrega valor para o seu negócio – e então execute com perfeição”, conta Bacelar.

Um ponto é certo: o Metaverso representa um novo caminho de relacionamento e consumo. E o varejo precisa se preparar para ele desde já. 

2) Supply chain no limite

A cadeia de suprimentos vem sofrendo muito com interrupções durante a pandemia – e a situação não deverá ser solucionada neste ano. De regiões inteiras em isolamento à falta de caminhoneiros, o supply chain é desafiado a cada dia, ainda mais em um momento de forte expansão do e-commerce em todo o mundo.

Varejo, indústria e fornecedores vêm reagindo a esse desafio com uma série de soluções tecnológicas:

  • Sistemas de Inteligência Artificial e machine learning para dar alguma previsibilidade e mais precisão ao planejamento de estoque;
  • RFID e IoT para identificar melhor os produtos na logística e poder acelerar a movimentação de itens;
  • Integração omnichannel para oferecer visibilidade completa dos estoques online e offline e gerar mais eficiência. A rede turca Migros, por exemplo, disse que diminuiu em 9% o estoque de hortifrutis e em 30% as perdas da categoria ao passar a enxergar os estoques dos CDs, do e-commerce, das dark stores e das lojas físicas como uma coisa só;
  • Automação dos Centros de Distribuição com o uso intensivo de robôs. Pelo menos 10 expositores apresentaram soluções desse tipo, que diminuem a necessidade de pessoal na logística – uma questão ainda mais relevante durante este período em que boa parte da força de trabalho não está disponível por questões de saúde.

3) Quick commerce na velocidade da luz

A ideia do quick commerce não é nova – entregar rápido sempre fez parte da “lista de desejos” do e-commerce. A grande diferença é que o nível de exigência só aumenta – em grande parte, impulsionado pelas startups.

Um bom exemplo foi dado pela JOKR, que possui operações nos Estados Unidos, no Brasil e em outros 4 países da América Latina. O conceito de entregar pedidos online em 15 minutos só acontece se as empresas forem ultra eficientes em 4 aspectos: estoques, logística, planejamento de espaços e força de trabalho. E essa em breve será uma necessidade para todos. “O instant delivery eleva o nível de exigência para todos”, disse Jens Killiman, VP Global de supply chain da JOKR.

Toda empresa de quick commerce (e, em breve, todo varejista) precisará ser mestre nos seguintes pontos:

  • Uma oferta personalizada de produtos, com promoções específicas de acordo com o horário, com a demanda e com o estoque da região. Ser hiper localizado será cada vez mais importante;
  • Um modelo de fulfillment otimizado para lead times muito curtos e alta frequência de compra. E isso só se faz com muita tecnologia e integração de dados.
  • O uso de Inteligência Artificial e machine learning para aumentar a precisão dos estoques e automatizar as previsões de compra e consumo permite distribuir produtos para dark stores e lojas físicas muito próximas aos clientes, para, então, entregar rapidamente cada pedido.

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Cada vez mais, o sucesso no varejo depende de lojas físicas digitalizadas e de um varejo digital que ofereça experiências memoráveis para os clientes. E isso depende de uma plataforma tecnológica que integre online e offline para oferecer uma única visão de seus clientes.

A Linx Digital é líder em tecnologia para o varejo. Do e-commerce ao marketplace, da personalização ao retargeting, da mídia ao omnichannel, conte com a gente para impulsionar suas vendas!

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