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2021, o ano do Pix no varejo

2021, o ano do Pix no varejo

Sistema de pagamentos instantâneos já tem a preferência dos clientes em transações P2P; agora é hora de adotar esse meio de pagamento no seu negócio

Lançado em novembro, às vésperas da Black Friday, o Pix já se firmou como uma opção importante de transferência de recursos entre pessoas físicas. O meio de pagamento instantâneo desenvolvido pelo Banco Central rapidamente ocupou o espaço de TEDs e DOCs, já que seu custo é inferior e a transação acontece em questão de segundos.

Um levantamento realizado pelo Nubank indica que 92% das transações via Pix são feitas entre pessoas, por meio de transferências. Segundo o Banco Central, em janeiro foram feitas mais de 200 milhões de transferências pelo Pix. Mas embora 50% dos consumidores utilizem o sistema, seus principais usos são para transferências para outras pessoas (63%), transferências para outras contas da mesma pessoa (56%) e para o pagamento de compras em negócios informais (28%).

Transações por QR Code ainda representam uma pequena parte, mostrando que o sistema ainda não “pegou” no varejo formal. E por que isso acontece?

Embora o Pix seja um modelo de pagamento que traz grandes vantagens para a gestão financeira do varejo e para a digitalização dos negócios, sua adoção ainda é lenta. E isso se reflete nos números: segundo o Banco Central, cerca de R$ 1,3 bilhão foram transferidos em novembro em transações de pessoas físicas para empresas, número que chegou a R$ 14,5 bilhões em fevereiro. Isso representa um quinto do volume de transferências de pessoas para pessoas (P2P) e um quarto das transferências B2B.

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Veja também:

As vantagens do Pix para varejistas

Os impactos do Pix na gestão financeira do varejo

A primeira questão foi o timing: poucos varejistas se atrevem a modificar sistemas às vésperas da temporada de fim de ano e correr algum risco de interrupção no funcionamento durante o período de maior movimento. Especialmente em um 2020 particularmente desafiador. O Pix, naturalmente, ficou para 2021.

Segundo varejistas, as duas principais barreiras internas para a adoção em massa do Pix são a confirmação do pagamento e a conciliação das transações no sistema. Por isso, em 2021 veremos uma aceleração da integração do Pix nos equipamentos do PDV. Dessa forma, o Pix se tornará mais uma opção no sistema TEF, como acontece hoje com cartões de crédito e débito, com agilidade e uma experiência de compra fluida.

Banner CTA_Infográfico PIX

Com a necessidade de treinar as equipes (sempre um desafio à parte no varejo físico) e a integração de sistemas, a adoção do Pix pelo varejo vem sendo gradual. A facilidade de pagamento que ele oferece e a possibilidade de receber o dinheiro em segundos faz com que, depois que as questões técnicas e culturais sejam resolvidas, o Pix seja preferido pelo varejo em relação a qualquer outro meio de pagamento. Afinal de contas, é bem melhor receber na hora do que esperar alguns dias úteis e, ainda por cima, ter custos menores nessas transações.

2021, o ano da mudança

Mas tudo indica que 2021 será um ano de profundas transformações no uso do Pix pelo varejo. Na retaguarda, vantagens como a redução da inadimplência, a diminuição dos custos operacionais e a facilidade de integração a outros meios de pagamento fazem com que a adoção do sistema seja uma questão de “quando”, não de “se”.

Especialmente quando levamos em conta o comportamento contactless dos consumidores, com uso cada vez mais amplo de carteiras digitais e pagamento por aproximação: nesses casos, a possibilidade de aceitação automática de várias carteiras digitais por meio do Pix acelera a digitalização do varejo e simplifica a gestão do negócio, já que a conciliação dessas contas acontece automaticamente.

Neste ano, o Pix ganhará uma série de novos recursos, como acesso a conta-salário, saques diretamente na rede varejista, pagamentos por aproximação e pagamentos pré-datados. Esses recursos geram mais possibilidades de pagamento e relacionamento com os clientes, já que muitos consumidores ainda não conhecem as vantagens de pagar com QR Code e demoram para ganhar confiança na nova tecnologia.

A digitalização dos negócios vai continuar a se acelerar e o varejo brasileiro sairá da pandemia muito mais conectado. Adotar o Pix é uma forma de diminuir custos, simplificar sua gestão, acelerar a digitalização das vendas e aumentar o capital de giro para investir em melhorias para o próprio negócio.

Como a Linx te ajuda a adotar o Pix

Adotar o Pix por meio da Linx no varejo físico e no e-commerce traz diversas vantagens para o seu negócio:

  • Integração do Pix ao e-commerce: a plataforma Linx Commerce também está pronta para o Pix. Clientes que utilizam os sistemas de e-commerce Linx podem adotar o meio de pagamento instantâneo de forma rápida e prática.
  • Centralização de recebimentos: receba todos os seus recursos em uma única conta, sem a necessidade de entrar em diversos portais para realizar a conciliação das transações.
  • Segurança: com o QR Code integrado ao seu sistema de automação comercial, você evita fraudes e gera mais segurança para que o cliente faça pagamentos.
  • Integração nativa com o PDV: as soluções da Linx já estão preparadas para receber pagamentos via Pix. A tecnologia do TEF realiza todo o processo de pagamento, integrando o sistema de vendas da sua loja às principais empresas adquirentes e carteiras digitais responsáveis pela autorização do pagamento.
  • QR Code único: com o Pix, você pode utilizar um único QR Code para aceitar todas as carteiras digitais disponíveis no mercado.

 

Saia na frente e receba pagamentos com Pix. Fale com a Linx e modernize seu negócio!

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